Use este identificador para citar ou linkar para este item:
http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/23242Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Brito, Thiago Macedo Alves de | - |
| dc.date.accessioned | 2017-06-13T11:29:30Z | - |
| dc.date.available | 2017-06-13T11:29:30Z | - |
| dc.date.issued | 2016 | - |
| dc.identifier.citation | Brito, T. M. A. (2016) | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 1984-4735 | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/23242 | - |
| dc.description | BRITO, Thiago Macedo Alves de. A crítica à filosofia especulativa nos manuscritos econômico-filosóficos de Karl Marx. Revista Eletrônica Arma da Crítica, Fortaleza, n. 7, p. 9-33, dez. 2016. | pt_BR |
| dc.description.abstract | This text intends to show how Marx, in Economic and Philosophic Manuscripts of 1844, sought to move away from his master Hegel, to explain the limits of his speculative philosophy. Special emphasis is given to overcoming the philosophical conception of nature, presented by the “old philosopher”, as a consciousness alienated being, as a supersensible being inaccessible to knowledge. Marx, on the contrary, starts from the sensitive activity of the being interacting in society, to recognize the precedence of nature in relation to the being and its importance in the realization process and also the alienation of human sociability. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Revista Eletrônica Arma da Crítica | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Marx | pt_BR |
| dc.subject | Hegel | pt_BR |
| dc.subject | Crítica | pt_BR |
| dc.subject | Natureza | pt_BR |
| dc.title | A crítica à filosofia especulativa nos manuscritos econômico-filosóficos de Karl Marx | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | Este texto pretende demonstrar como Marx, nos Manuscritos Econômico-Filosóficos de 1844, procurou se afastar de seu mestre Hegel, ao explicitar os limites de sua filosofia especulativa. Ênfase especial é dada à superação filosófica da concepção de natureza apresentada pelo “velho filósofo”, como ente alienado da consciência, como ente suprassensível, inacessível ao conhecimento. Marx, pelo contrário, parte da atividade sensível do ser interagindo em sociedade para reconhecer a anterioridade da natureza em relação ao ser e sua importância no processo de realização e, também, de alienação da sociabilidade humana. | pt_BR |
| dc.title.en | A critique of speculative philosophy in Marx's economic and philosophic manuscripts | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | PPGEB - Artigos publicados em revistas científicas | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 2016_art_tmabrito.pdf | 361,4 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.