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dc.contributor.authorFranco, Roberto Kennedy Gomes-
dc.identifier.citationFranco, R. K. G. (2013)pt_BR
dc.descriptionFRANCO, Roberto Kennedy Gomes. Corpo, HIV/AIDS e as contradições da saúde do trabalhador. Revista Dialectus, Fortaleza, ano 1, n. 2, p. 239-252, jan./jun. 2013.pt_BR
dc.description.abstractIn fact, Brazilian educational history, the data show that about 50% of the serologically positive for HIV are poor and with very low educational level. The disease in this way reproduces the class contradictions of the sociability of the Capital. Coupled to this process, we analyze also the advent of political engagement characterized as activism to combat AIDS, particularly the Social Movement called the National Network of People Living with HIV / AIDS (RNP + Brazil). Organized in the 1990s, the associations triggered by this new social movement concerns the historical process of political awareness and mobilization for better health conditions for lives in bodily experiences of illness. It should be noted, however, the limit of political action reformist struggle for civil and human rights and not to break with the anti-capitalist democratic state Bourgeois.pt_BR
dc.publisherRevista Dialectuspt_BR
dc.subjectSaúde do trabalhadorpt_BR
dc.titleCorpo, HIV/AIDS e as contradições da saúde do trabalhadorpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNa realidade histórico-educativa brasileira, os dados apontam que cerca de 50% da população sorologicamente positiva para o HIV é pobre e com baixíssimo nível de escolaridade. O adoecimento, nesse sentido, reproduz as contradições de classe da sociabilidade do Capital. Atrelado a este processo, analisa-se também o advento de um engajamento político caracterizado como ativismo de luta contra a AIDS, particularmente, o Movimento Social denominado de Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS (RNP+Brasil). Organizado na década de 1990, o associativismo deflagrado por este novo movimento social diz respeito ao processo histórico de tomada de consciência política e de mobilização por melhores condições de saúde para vidas em experiências corporais de adoecimento. É preciso salientar, entretanto, o limite dessa ação política reformista de luta por cidadania e direitos humanos e não de ruptura anticapitalista com o Estado Democrático de Direito Burguês.pt_BR
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