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dc.contributor.authorDuarte, Paulo Mosânio Teixeira-
dc.date.accessioned2016-10-13T21:21:31Z-
dc.date.available2016-10-13T21:21:31Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationDuarte, P. M. T. (2011)pt_BR
dc.identifier.issn1413-6457-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/20138-
dc.descriptionDUARTE, Paulo Mosânio Teixeira. Das noções de morfema na descrição gramatical. Revista Philologus, Rio de Janeiro, Ano 17, n. 51, p. 66-78, set./dez. 2011.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Philologuspt_BR
dc.subjectMorfemapt_BR
dc.subjectMorfept_BR
dc.subjectLéxicopt_BR
dc.subjectGramáticapt_BR
dc.titleDas noções de morfema na descrição gramaticalpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNeste artigo, propomo-nos a estudar a entidade morfema sob os ângulos seguintes: morfema como unidade significativa mínima, como signo mínimo ou forma mínima; como classe de morfes e como morfe, para verificarmos e analisarmos a confusão terminológica que esta polissemia acarreta. Estudamos também a distinção entre léxico e gramática, significado lexical e gramatical e verificamos que não se sustenta. Ao final, sustentamos o morfema como unidade portadora de sentido quer como signo, quer como classe distribucional e propomos preliminarmente uma escala de morfemas a serem descritos num posterior trabalho. Sugerimos, considerar as condições de produção e a produtividade como critérios válidos e julgamos por bem colocar em pauta o conceito de classe de morfes como válida para a análise sincrônica.pt_BR
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