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dc.contributor.authorBylaardt, Cid Ottoni-
dc.date.accessioned2016-09-06T17:10:33Z-
dc.date.available2016-09-06T17:10:33Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationBYLAARDT, Cid Ottoni. Comissão das lágrimas: o horror é representável?. Revista do Centro de Estudos Portugueses, Belo Horizonte, v. 35, n. 54, p. 101-115, 2015.pt_BR
dc.identifier.issn2359-0076 (online)-
dc.identifier.issn1676-515X (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/19462-
dc.description.abstractIn the novel Comissão das lágrimas, by Lobo Antunes, the character Cristina stays in a psychiatric clinic in Lisbon, writing, remembering the horror of the so-called "Comissão das Lágrimas" ("Comission of Tears"), the name given to the massacre of the dissidents of Agostinho Neto's political system in Angola from 1977 to 1979. Her voice is made up of multiple voices that build the narrative in a fragmented way. This paper aims to think about testimony and its constituition, establishing a dialogue between the novel and the thought of Blanchot, Rancière, Didi-Huberman and Agamben, and trying also to articulate answers to some questions. Is it possible to represent what seems to be unrepresentable? How can a literary text witness and represent horror? This text's hypothesis is that testimony will be expressed as vibration that keeps it far from literature, but bestows on the unimaginable the status of hyperimaginable.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista do Centro de Estudos Portuguesespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTestemunhopt_BR
dc.subjectFicçãopt_BR
dc.subjectLiteratura-Contemporâneapt_BR
dc.titleComissão das lágrimas: o horror é representável?pt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNo romance Comissão das lágrimas, de Lobo Antunes, a personagem Cristina encontra-se em uma cli´nica em Lisboa escrevendo, lembrando os horrores da Comissão das lágrimas, nome que se deu ao massacre dos dissidentes do regime de Agostinho Neto em Angola entre 1977 e 1979. O leitor percebe que a voz de Cristiana compõe-se de múltiplas vozes que vão construindo o relato, de maneira fragmentada, embaraçada, descontínua. Este texto tem por objetivo refletir sobre o testemunho, sua constituição, como ele se processa na ficção, na tentativa de articular respostas para algumas questões. É possível representar o irrepresentável, se é que ele existe? É possível testemunhar? Como pode um texto literário servir de testemunho e representação do horror? A hipótese deste texto é que o testemunho se manifestará como um ressoar do evento, uma vibração que o mantém distante da literatura, mas que confere ao imaginável o estatuto de hiperimaginável.pt_BR
dc.title.enComissão das lágrimas: is the horror representable?pt_BR
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