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dc.contributor.advisorMaia, Luis Parente-
dc.contributor.authorAlencar, Carlos Alexandre Gomes de-
dc.date.accessioned2016-07-25T15:43:46Z-
dc.date.available2016-07-25T15:43:46Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationALENCAR, Carlos Alexandre Gomes de. Pesca e pobreza no Brasil. 2014. 235 f. Tese (Doutorado em Engenharia de Pesca) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/18697-
dc.description.abstractThis study aims to make an approach on fisheries and poverty issues, which concepts have been used by several authors to present relations between these two issues. There are two contrasting interpretations in the literature on the relationship between fisheries and poverty. The first relates to the view that "they are fishermen, so they are poor". This is the perception of "endemic poverty" which is felt by the fishermen and that, regardless of what they try to do, remain poor. The second interpretation refers to the idea commonly transmitted in that the relationship between fisheries and poverty refers to the distributive role of fishing, or to the fact that fishing (because of its nature of open access) offers a poor livelihood by fishing activity. In other words this is the view that "they are poor, so the fishing is left to them". The socioeconomic profile of Brazilian fishermen for the year 2010, concludes that the Brazilian professional fishermen are mostly artisanal class, which represents 99.14% of the total 824,814 registered professionals. The average age was 39.21 years, with regional and gender differences. Unmarried predominates in the sector, with 49.92% of the total. Most fishermen have incomplete primary education (79.46%) or are either illiterate (6.53%). Informality prevails in the fishing industry with the activity as an individual work or as household economy. This fact is directly related to the character of the artisanal fisheries in Brazil. Furthermore, Brazilian fishermen have been reduced the amount of goods purchased over time, which may be indicative of a deterioration in activity. Regional differences are observed in almost all variables studied RGP. When faced socioeconomic indicators of the Brazilian population, the country may be divided into two groups, the first formed by the North, Northeast and Midwest regions, less developed than the Southeast and South regions. The distribution and concentration of Brazilian fishermen follows this characteristic of the indicators of population while maintaining strong relationship with poverty vulnerability (as more fishermen, more vulnerable) and the IDHM, especially regarding its education component.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectRecursos pesqueiros e engenharia de pescapt_BR
dc.subjectPescapt_BR
dc.subjectPescadorespt_BR
dc.subjectPobrezapt_BR
dc.subjectIndicadores socioeconômicospt_BR
dc.subjectRegistro Geral da Atividade Pesqueirapt_BR
dc.subjectFishingpt_BR
dc.subjectFishermanpt_BR
dc.subjectPovertypt_BR
dc.subjectSocioeconomic indicatorspt_BR
dc.subjectGeneral Registry of Fishing Activitypt_BR
dc.titlePesca e pobreza no Brasilpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.description.abstract-ptbrO presente trabalho aborda os temas pesca e pobreza, cujos conceitos têm sido utilizados por diversos autores para apresentar relações entre os dois temas. Existem duas interpretações contrastantes na literatura sobre a relação entre a pesca e a pobreza. A primeira relata a visão de que “são pescadores, portanto são pobres”. Esta é a percepção da “pobreza endêmica” a qual é sentida pelos pescadores e que, independente do que eles tentam fazer, continuarão pobres. A segunda interpretação refere-se à ideia comumente transmitida na literatura de que a relação entre pesca e pobreza deve-se ao papel distributivo da pesca, ou seja, ao fato de que a pesca (por causa de sua natureza de livre acesso) oferece aos pobres um meio de subsistência por meio da atividade de pesca. Em outras palavras essa é a visão de que “são pobres, portanto pescar é o que lhes resta”. Foi elaborado o perfil socioeconômico dos pescadores brasileiros para o ano de 2010, onde conclui-se que os pescadores profissionais brasileiros são majoritariamente da classe artesanal, que representa 99,14% do total de 824.814 profissionais registrados. A média de idade foi de 39,21 anos, com diferenças regionais e de gênero. Predomina no setor os pescadores solteiros, com 49,92% do total. A maioria dos pescadores possuem o ensino fundamental incompleto (79,46%) ou são analfabetos (6,53%). A informalidade no setor pesqueiro é mais presente, por meio do trabalho individual ou economia familiar. Tal fato está diretamente relacionado com o caráter essencialmente artesanal da pesca no Brasil. Além disso, os pescadores brasileiros têm sofrido uma redução da quantidade de bens adquiridos ao longo do tempo, o que pode ser indicativo de uma deterioração da atividade. Há diferenças regionais em praticamente todas as variáveis estudadas. Quando confrontados os indicadores socioeconômicos da população brasileira, fica mais evidente a divisão do país em dois grupos, sendo o primeiro formado pelas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, de características menos desenvolvidas que as regiões Sudeste e Sul. A distribuição e concentração dos pescadores brasileiros acompanha essa característica dos indicadores da população, mantendo forte relação com a vulnerabilidade à pobreza (quanto mais pescadores, mais vulnerável) e com o IDHM, principalmente quanto ao seu componente relacionado à educação.pt_BR
dc.title.enFisheries and poverty in Brazilpt_BR
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