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dc.contributor.authorHerb, Karl Friedrich-
dc.date.accessioned2016-06-28T01:13:17Z-
dc.date.available2016-06-28T01:13:17Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationHerb, K. F. (2014)pt_BR
dc.identifier.issn2318-4620-
dc.identifier.issn0041-8862-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/18008-
dc.descriptionHERB, Karl Friedrich. Perfis da modernidade: Maquiavel e Hobbes sobre política e moral. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v. 45, n. 2, p. 19-30, jul./dez. 2014.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Ciências Sociaispt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectModernidadept_BR
dc.subjectPolíticapt_BR
dc.subjectMoralpt_BR
dc.titlePerfis da modernidade: Maquiavel e Hobbes sobre política e moralpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNa história do pensamento político, Nicolau Maquiavel e Thomas Hobbes são vistos como fundadores da Modernidade. Seu legado é tão rico quanto difícil. Heróis e descobridores para alguns; sedutores e facínoras para outros, com suas obras Maquiavel e Hobbes escreveram uma história de escândalos. As qualidades comumente atribuídas ao florentino são de conhecimento geral. Foi chamado de Galileu da política (CASSIERER, 1966, p. 130), de Curandeiro do poder (KÖNIG, 1979, p. 338) e de Mestre do mal (STRAUSS, 1958, p. 9). O Leviatã, de Hobbes, vem sendo perseguido desde sempre: como símbolo do despotismo (ROUSSEAU, 1762) e como exemplo do regente totalitário (ARENDT, 1951). Em histórias das ideias [Ideengeschichten] menos exaltadas, o nome de Maquiavel é vinculado à ideia moderna da autonomia do político, enquanto Hobbes representa o projeto moderno da política como ciência de rigor. Ambos se viram como inovadores em tempos de crise: em Maquiavel, é a luta pela unidade da Itália que o leva a abandonar o idealismo do pensamento político clássico; em vista da guerra civil em seu próprio país, Hobbes se vê literalmente obrigado a ocupar-se com a filosófica política, escreve o Leviatã com a intenção de encerrar, de uma vez por todas, a guerra filosófica das espadas (De Cive, 1640). Ambos os pensadores estão cientes de que os desafi os de sua era só podem ser vencidos por meio da refutação da tradição. Hobbes vincula essa refutação à pretensão de ser o primeiro a praticar a teoria da política como ciência. Na verdade, a scientia civilis não seria mais antiga do que seu De Cive...pt_BR
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