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dc.contributor.authorGarcia, Sandro Ruduit-
dc.date.accessioned2016-06-25T16:22:13Z-
dc.date.available2016-06-25T16:22:13Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationGARCIA, Sandro Ruduit. Pequena empresa inovadora e desenvolvimento: indústria naval em Rio Grande. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v. 45, n. 1, p. 221-246, jan./jun. 2014.pt_BR
dc.identifier.issn2318-4620-
dc.identifier.issn0041-8862-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/17953-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Ciências Sociaispt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEmpresa inovadorapt_BR
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectExpansão globalpt_BR
dc.titlePequena empresa inovadora e desenvolvimento: indústria naval em Rio Grandept_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO recente desenvolvimento das chamadas “economias emergentes” tem ensejado uma frutífera produção científica sobre a situação e a trajetória de setores, regiões, organizações e profissões, suscitando questionamentos sobre a relação entre produção de alta tecnologia no centro e fabricação de baixo custo na periferia do sistema capitalista, que levaria à importação de pacotes tecnológicos como estratégia de acesso à inovação na periferia do sistema. O ímpeto transformador da expansão global de um novo paradigma de desenvolvimento econômico tem se desdobrado em uma variedade de arranjos sociais concretos entre agentes econômicos cujas trajetórias podem ser cientificamente particularizadas4. O presente artigo analisa a questão dos processos de desenvolvimento econômico, indagando sobre as implicações socioeconômicas decorrentes da implantação de unidades industriais que constituem redes entre atores produtivos diversos, enfocando o desempenho de pequenas empresas inovadoras. O argumento em discussão para a análise do fenômeno sustenta que a expansão global de um novo paradigma de desenvolvimento tende a propagar novas lógicas organizacionais que favorecem a formação de redes entre agentes produtivos diversos, abrindo-se novos espaços de ação para a pequena empresa. O desenvolvimento econômico e industrial sustenta-se, hoje, pela lógica de redes, diferentemente da empresa verticalmente integrada do passado. Nessa nova lógica, o desempenho de pequenas empresas é, pois, condicionado pelas chances de interação com atores organizacionais, em especial universidades, possibilitando o acesso a recursos relevantes, a identificação de complementaridades e o estabelecimento de ações conjuntas. Isso significa que segmentos das pequenas empresas podem ocupar um novo lugar nessa lógica organizacional e nos processos de desenvolvimento econômico e social, envolvendo atividades de inovação, inserção em novos mercados e uso de mão-de-obra altamente qualificada. O desabrochar de pequenas empresas inovadoras representaria uma novidade no contexto do país que se habituou não apenas a perceber a pequena empresa na periferia de “cadeias de fornecimento”, mas também a acessar inovações pela compra de tecnologia e pelo investimento estrangeiro...pt_BR
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