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dc.contributor.authorLima, Batista de-
dc.date.accessioned2016-06-01T16:40:47Z-
dc.date.available2016-06-01T16:40:47Z-
dc.date.issued1986-
dc.identifier.citationLima, B. (1986)pt_BR
dc.identifier.issn0101-8051-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/17319-
dc.descriptionLIMA, Batista de. Por quem dobram os sinos de Belém. Rev. de Letras, Fortaleza, v. 11, n. 2, p. 217-220, jul./dez. 1986.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Letraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRomancept_BR
dc.subjectSinos de Belémpt_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.titlePor quem dobram os sinos de Belémpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO romance é um gênero difícil. Difícil de se produzir, difícil de ser consumido. Requer tempo. Fôlego. Para quem escreve, para quem lê. Decididamente, os textos curtos são mais digeríveis, frente ao corre-corre do cotidiano. Daí se achar que o conto e a poesia sejam os gêneros do futuro. No entanto, tudo isso pode ser falacioso, desde que a obra seja de bom nível, e especialmente, no caso da narrativa, consiga envolver o leitor, a ponto de questões como tempo e densidade ficarem esquecidas, dado o manancial da escritura. Parece ser esse o caso do romance O Silêncio dos Sinos de José Lemos Monteiro, Secretaria de Cultura e Desporto do Estado do Ceará, 1986...pt_BR
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