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dc.contributor.authorGonçalves, Lourdes Bernardes-
dc.date.accessioned2016-05-16T16:35:48Z-
dc.date.available2016-05-16T16:35:48Z-
dc.date.issued1997-
dc.identifier.citationGonçalves, L. B. (1997)pt_BR
dc.identifier.issn0101-8051-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/16803-
dc.descriptionGONÇALVES, Lourdes Bernardes. D. H. Lawrence, um classicista. Rev. de Letras, Fortaleza, v. 19, n. 1/2, p. 105-107, jan./dez. 1997.pt_BR
dc.description.abstractIn the Greek classical conception, the ideal man represents the unity of the intuitive and the rational. In the Middle Ages one finds the concept of sin linked to the human body. There is a rupture within the harmonious ensemble body and spirit. With the Renaissance, the search for balance reappears, and Humanism tries to conciliate these two aspects of human nature, now described as a triad, with the three basic components of the classical man being reason, sentiment and sensuality. It is observed that, after the Renaissance, no other literary school made an effort to convey a vision of man with equal emphasis to the intuitive, emotional and rational aspects. D.H.Lawrence, a modern English writer, attempted a classical unity in his vision of man. He puts it clearly in his afterword to Lady Chatterley’s Lover (1929). This position is made perfectly clear throughout his work. An examine of the short-story “The Horse Dealer’s Daughter”shows how Lawrence’s classical vision defines love. The writer was openly criticized in his time and even afterwards, but is now universally accepted and admired, which proves that he, too, became a classic.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Letraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectClassicismopt_BR
dc.subjectEquilíbriopt_BR
dc.subjectTríadept_BR
dc.subjectRazãopt_BR
dc.subjectSentimentopt_BR
dc.subjectSensualidadept_BR
dc.titleD. H. Lawrence, um classicistapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNa concepção grega clássica, o homem ideal representa a unidade do intuitivo e do racional. Na Idade Média surge o conceito de pecado ligado ao corpo humano. Há uma ruptura do conjunto harmonioso corpo e espírito. Com o Renascimento, reaparece a busca do equilíbrio e o Humanismo procura conciliar estes dois aspectos da natureza humana, agora descritos como uma tríade, com o reconhecimento de três componentes básicos no homem clássico completo, a razão, o sentimento e a sensualidade. Observase que, depois do Classicismo (Renascimento), nenhuma outra escola literária preocupa-se em transmitir uma visão do homem com igual ênfase aos aspectos intuitivos, emocionais e racionais. D.H.Lawrence, escritor inglês moderno, busca uma unidade clássica na sua visão de homem. Coloca isso claramente no posfácio de O Amante de Lady Chatterley (1929). Esta posição é perfeitamente identificável em toda a sua obra. Um exame do conto “A Filha do Negociante de Cavalos”mostra como a visão clássica de Lawrence conceitua o amor. O escritor foi abertamente criticado em sua época e mesmo posteriormente, mas hoje é universalmente aceito e admirado, mostrando que também ele se tornou um clássico, em outra acepção da palavra.pt_BR
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