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dc.contributor.authorLIMA, Tânia-
dc.date.accessioned2016-04-01T17:49:12Z-
dc.date.available2016-04-01T17:49:12Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationLIMA, T. (2015)pt_BR
dc.identifier.issn0101-8051 (impresso)-
dc.identifier.issn2358-4793 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/15978-
dc.descriptionLIMA, Tânia. Os mangues em Raul Bopp. Rev. de Letras, Fortaleza, v. 34, n. 1, p. 78-88, jan./jun. 2015.pt_BR
dc.description.abstractFrom the Modernism to the contemporary world, many things has transfigured and perished on the language field. In a crossing conducted by the tongue of Raul Bopp’s amphibian men is analyzed how it constitutes the imaginary of Cobra Norato’s myth of rivers made by mangroves. By facing the loose soil in the bottom of the river like a water snake making rounds through inside the night, Bopp recriates the poem by the fictional tissue of orality. Handling the nature with a exotic glaze, turned mythic by the surrealist drawn of the verb. Cobra Norato is a book made not only by a surreal geography, but also demarcates an “ecocritic” bound between the word and the culture. This manner, by talking about the nature on poetry comes afloat an rhizomatic web of ecocultutal relationship. It is highlighted some dialogues raised on this research witch dialogues with lessons proposed by the theories of Félix Guattari.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Letraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRaul Bopppt_BR
dc.subjectCobra Noratopt_BR
dc.subjectPoesiapt_BR
dc.titleOs mangues em Raul Bopppt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrDo modernismo ao mundo contemporâneo, muita coisa se transfigurou e se dizimou no campo da linguagem. Em uma travessia conduzida pelo idioma dos homens anfíbios de Raul Bopp, analisa-se como se constitui o imaginário do mito de Cobra Norato, dentro de rios feitos de mangues. Ao se deparar com o solo movediço do rio como uma cobra d’água fazendo uma volta dentro da noite, Bopp recria o poema por intermédio do tecido ficcional da oralidade. O trato com a natureza parte de um olhar exótico, mitificado pelo desenho surrealista do verbo. Cobra Norato é um livro feito de uma geografia, não apenas surreal, mas que também demarca um elo “eco crítico” entre a palavra e a cultura. Nesse percurso, ao se falar da natureza em poesia, vem à tona uma teia rizomática de relação eco-cultural. Apontam-se alguns diálogos suscitados nesta pesquisa que bebem nas lições retiradas das teorias de Félix Guattari.pt_BR
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