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dc.contributor.authorChaves, Alexandre de Oliveira-
dc.date.accessioned2016-02-03T18:00:27Z-
dc.date.available2016-02-03T18:00:27Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationCHAVES, ALEXANDRE de OLIVEIRA (2011).pt_BR
dc.identifier.issn0103-2410-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/15130-
dc.descriptionCHAVES, Alexandre de Oliveira. Petrogenisis of the uraniferous albitites, Bahia, Brazil. Revista de Geologia, Fortaleza. v.24, n.1, 2011.pt_BR
dc.description.abstractAfter Chaves et al. (2007), the crystallization and coeval deformation of the Lagoa Real uraniferous sodic syenite (uraniferous albitite protolith) took place along paleoproterozoic shear zones developed under regional late-orogenic tectonic conditions. The interpretation of new major elements, Zr and Th lithogeochemical data points to a petrogenetic connection between alkali-gabbro (local amphibolite protolith) and sodic syenite by fractional crystallization through transitional alkaline series. This magmatic differentiation occurred either before or during shear process, which in turn led to albitite and amphibolite formation. The regional microclinegneiss, whose protolith is a syn-collisional potassic granite, represents the albitite host rock, and, apparently, it has no petrogenetic association to syenite (albitite protolith) in magmatic evolutive terms.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Geologiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectlithogeochemistrypt_BR
dc.subjectmajor elementspt_BR
dc.subjectalbititept_BR
dc.subjectamphibolitept_BR
dc.subjectgneisspt_BR
dc.subjectLagoa Realpt_BR
dc.titlePetrogenisis of the uraniferous albitites, Bahia, Brazilpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrSegundo Chaves et al. (2007), a cristalização e a deformação simultânea do sienito sódico uranífero de Lagoa Real (protólito do albitito uranífero local) ocorreu ao longo de zonas de cisalhamento paleoproterozóicas desenvolvidas em condições tardiorogênicas por volta de 1,9 Ga. A interpretação de novos dados litogeoquímicos de elementos maiores, Zr e Th aponta para uma conexão genética entre um alcaligabro (protólito do anfibolito local) e o sienito sódico por cristalização fracionada através da série alcalina transicional. Esta diferenciação magmática teria ocorrido antes ou durante o processo de cisalhamento, o qual, por sua vez, teria levado ao surgimento do anfibolito e albitito. A rocha encaixante do albitito, um microclina-gnaisse regional cujo protólito é um granito potássico sincolisional, aparentemente não guarda relação genética com o mesmo em termos magmáticos evolutivos.pt_BR
Aparece en las colecciones: DGL - Artigos publicados em revista científica

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