Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/14579
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSOUZA, Antonio Rodrigues de-
dc.date.accessioned2015-12-17T16:43:52Z-
dc.date.available2015-12-17T16:43:52Z-
dc.date.issued2001-
dc.identifier.citationSOUZA, A. R. (2001)pt_BR
dc.identifier.issn(0102-1117) Impresso-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14579-
dc.descriptionSOUZA, Antonio Rodrigues de. Prisões e sociedade – sobre a pedagogia social da reclusão. Revista Educação em Debate, Fortaleza, Ano 22, v. 1, n. 41, p. 38-53, 2001.pt_BR
dc.description.abstractPrior to the manner in which the prisoner is seen and treated in prison ts the relationship established by society with prison itself. Even though this relationship is not evident, it is in the bssis of all kinds of treatment towards the convict. It generates not only the management models, but also the riots. The relstionship between society and prisons is made up of a duality made of absences and presences, distance and interests, where the most primitive feeling is curiosity, and the deeper one, perhaps, a strong desire for the convict to be kept there forever. In many ways society plays an important role in all the processes preceding a conviction, and in those that develop through the imprisonment term as well as after it. We must understand the ways, the extension and the merit of the transversalities between society and exclusion, criminality and prisons in order to be able to change them.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Educação em Debatept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPrisõespt_BR
dc.subjectSociedadept_BR
dc.subjectAusênciapt_BR
dc.subjectTransversalidadept_BR
dc.subjectGestãopt_BR
dc.titlePrisões e sociedade – sobre a pedagogia social da reclusãopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrAnterior à forma como o preso é percebido e tratado na prisão, está a relação que a sociedade estabelece com o próprio cárcere. Se esta relação não é evidente, no sentido de que não é próxima, ela está no fundamento de todas as formas de tratamento ao preso. Ela gera, desde os modelos de gestão, às rebeliões. A relação da sociedade com as prisões desenha uma dualidade que se faz de ausências e presenças, de distanciamento e interesses, onde o mais primário é a curiosidade e o mais profundo, talvez, seja um desejo que o preso fique lá para sempre. De variadas formas, a sociedade está imiscuída em todos os processos que antecedem, que se estabelecem durante e que se sequenciam ao encarceramento. São as formas, a extensão e o mérito das transversalidades entre a sociedade e a exclusão, a marginalidade, a delinquência e as prisões que precisamos compreender para poder modificá-las.pt_BR
Aparece nas coleções:PPGEB - Artigos publicados em revistas científicas

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2001_art_arsouza.pdf12,34 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.