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dc.contributor.authorSOUSA, Antonio Rodrigues de-
dc.date.accessioned2015-12-11T13:32:10Z-
dc.date.available2015-12-11T13:32:10Z-
dc.date.issued2000-
dc.identifier.citationSOUSA, A. R. (2000)pt_BR
dc.identifier.issn0102-1117 (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14454-
dc.descriptionSOUSA, Antonio Rodrigues de. Marginalidade pedagógica – um olhar sobre a prisão. Revista Educação em Debate, Fortaleza, Ano 21, v. 1, n. 39, p. 143-155, 2000.pt_BR
dc.description.abstractThe prision is specific localization of social exclusion. Its daily life is more adpted to an organization elaborated in sutle plans more than declared ones: simbols and reproductions presented time and spacial dimensions, in the castrated meanismos and controlers in the proceedings for individual and colective training present twenty four hours each day, trying to disfrossess the prisioner in the srhores of knowledge, reason, rights, citizenshif and class. Resistenci is very often exercised by assuming a marginal condidion through imposing ones own personality frequently through violence. Anotherway is through introspection through self anulation as an active participant. In this autiritarian relations ship and its developments agaisnt the institution, we believe are to be found tho roots of the chaotic state on the penitentary systems. We need to learn to understand and listen to the prisioner as a social subject capaple ofrefleting intelectually on his reality, to create space for proactive action, to build socially ones daily existence and to be capable of elaborating extensive concepts, including, the construction of his own pedagogical project.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Educação em Debatept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMarginalidade pedagógicapt_BR
dc.subjectPrisãopt_BR
dc.subjectExclusão socialpt_BR
dc.titleMarginalidade pedagógica – um olhar sobre a prisãopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA prisão é o locus específico de realização da exclusão social. Seu cotidiano se ajusta a uma organização mais elaborada em procedimentos sutis que declarados: signos e reproduções são plasmados nas dimensões temporal e espacial, nos mecanismos castradores e controladores, nos procedimentos de adestramento individual e coletivo presentes vinte e quatro horas, pretendem despossuir o preso nas esferas dos saberes, razões, direitos, cidadania e classe. A resistência é frequentemente exercitada em assumir afirmativamente a condição marginal pela imposição da própria personalidade, não raro ante a violência. Outro viés é a introspecção, ante a autoanulação enquanto sujeito participante. Nesta relação autoritária e seus desdobramentos contra-institucionais creditamos estar as raízes do estado caótico dos Sistemas Penitenciários. Precisamos aprender a perceber e ouvir o preso enquanto sujeito social capaz de refletir intelectualmente a sua realidade, criar espaços de atuação proativos, construir societariamente o próprio cotidiano e apto a elaborar conceitos extensivos, inclusive, à construção do seu próprio projeto pedagógico.pt_BR
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