Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/14172
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSODRÉ, Liana Gonçalves Pontes-
dc.date.accessioned2015-11-26T13:08:23Z-
dc.date.available2015-11-26T13:08:23Z-
dc.date.issued1993-
dc.identifier.citationSODRÉ, L. G. P. (1993)pt_BR
dc.identifier.issn0102-1117 (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14172-
dc.descriptionSODRÉ, Liana Gonçalves Pontes. Primeiros anos de vida: conceito de infância. Revista Educação em Debate, Fortaleza, Ano 15, n. 23, 24, 25 e 26, p. 65-73, 1992/1993.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Educação em Debatept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInfânciapt_BR
dc.subjectCuidados especiaispt_BR
dc.subjectClasses sociaispt_BR
dc.titlePrimeiros anos de vida: conceito de infânciapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrHá, praticamente, uma unanimidade em considerar os primeiros anos de vida como fundamentais no processo de construção dos futuros cidadãos. Contudo, para que as crianças se instrumentalizem culturalmente para este exercício, é preciso que se tenha clareza sobre o conceito de criança ou de infância subjacente a essas relações. São tais concepções que favorecem ou não o desenvolvimento de competências ou a construção de autonomia, tão necessárias aos indivíduos atuantes de que a sociedade precisa. O conceito de infância vem sendo alterado ao longo da evolução do homem e, aliado a isto, também vem sendo modificada a concepção do papel social desses primeiros anos de vida. Historicamente, segundo KRAMER (1982), até o século XVI, a mortalidade infantil era muito alta e as poucas crianças que sobreviviam eram introduzidas rapidamente na vida adulta. Até o período feudal, as poucas crianças que sobreviviam, acompanhavam os adultos e exerciam atividades produtivas desde pequenas e isto era constante nas classes mais baixas. A partir das descobertas científicas que propiciaram a diminuição do índice de mortalidade infantil (especialmente nas classes mais privilegiadas), as crianças, em maior número, passaram a ocupar mais espaço na vida dos adultos, solicitando mais cuidados e atenção especial. Em conseqüência disso, seu papel social também muda. Evidentemente, estes avanços favoreceram mais as classes privilegiadas. Na nova forma de organização da sociedade - na sociedade capitalista urbano-industrial que estava sendo instituída - a burguesia redobra o cuidado com sua prole e vai modificando, pelo exemplo, o conceito de infância. A atenção especial necessária à sobrevivência das crianças as transforma em seres frágeis e incompletos que precisam da educação e do controle do adulto...pt_BR
Aparece nas coleções:PPGEB - Artigos publicados em revistas científicas

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
1992_art_lgpsodre.pdf3,98 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.