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dc.contributor.authorDanou, Gérard-
dc.date.accessioned2015-08-05T13:47:15Z-
dc.date.available2015-08-05T13:47:15Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationDANOU, Gérard. Literatura e medicina: reflexões sobre a perda de memória na demência de tipo alzheimer em geral, e na de alguém caro em particular. Revista de Letras, Fortaleza, v. 32, n.2, 2013, p. 39-45.pt_BR
dc.identifier.issn0101-8051-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/13069-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Letraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDoença de Alzheimerpt_BR
dc.subjectDemênciapt_BR
dc.subjectLesões cerebraispt_BR
dc.subjectPerda de memóriapt_BR
dc.titleLiteratura e medicina: reflexões sobre a perda de memória na demência de tipo alzheimer em geral, e na de alguém caro em particularpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrOs problemas da memória ligadas quer à velhice quer as diversas demências colocam importantes problemas à sociedade, aos médicos e aos neurobiologistas. Se as pesquisas fundamentais exploram finalmente as lesões celulares cerebrais, a questão dos cuidados (zelar por) de cada doente em particular permanece intacta, e é necessário aprender na cronicidade a inventar, sem cessar, para manter os vínculos e os farrapos de subjetividade. Afirmar a vida, contra as forças da morte. O escritor Pierre Pachet oferece-nos uma verdadeira celebração das línguas, permanecendo o mais próximo possível de sua mãe, e a filósofa Catherine Malabou tenta colocar em evidência em que sentido uma certa destrutividade pode às vezes ser criadora de outra realidade.pt_BR
dc.description.abstract-frLes troubles de la mémoire liés soit au grand âge soit aux diverses démences dont la maladie d’Alzheimer, posent d’importants problèmes de société donc aux médecins et aux neurobiologistes. Si les recherches fondamentales explorent fi nement les lésions cellulaires cérébrales, la question des soins (prendre soin) de chaque malade singulier reste entière, et il faut apprendre dans la chronicité, à inventer sans cesse pour maintenir du lien et des lambeaux de subjectivité. Affi r-mer la vie encore, contre les forces de mort. Pierre Pachet en écrivain nous offre une véritable célébration des langues, en restant au plus près de sa mère, et Catherine Malabou philosophe, tente de mettre en évidence en quoi une certaine destructivité peut parfois être créatrice d’autre chose.pt_BR
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