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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorMota, Maria Elisabeth de Albuquerque-
dc.date.accessioned2015-06-16T13:57:26Z-
dc.date.available2015-06-16T13:57:26Z-
dc.date.issued2003-
dc.identifier.citationMOTA, Maria Elisabeth de Albuquerque. O tempo que cura. Revista de Psicologia, Fortaleza, v.21, n.1/2, 2003, p.111-115.pt_BR
dc.identifier.issn2179-1740 (online)-
dc.identifier.issn0102-1222 (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/12784-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherwww.revistapsicologia.ufc.brpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTempo que curapt_BR
dc.subjectPoemapt_BR
dc.subjectPoema de Adéliapt_BR
dc.titleO tempo que curapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO poema de Adélia é como a Rosa de Dali que ao pairar suspensa no ar, medita, rosa vermelha desabrochada, porém calada; dispensou talos, folhas e até raízes, flutuando no espaço como se quisesse dizer que a salvação vem dali. Gosto da Rosa de Dali e do nome de Adélia por me lembrarem do enigma do tempo. Uma rosa que não está plantada na terra, não compõe um buquê, mas se implanta no céu e permanece muito viva desprezando o tempo que passa para realizar seu sonho de borboleta e voar, ela parece querer um novo nome e até, antes do nome, poderia estar. Antes do nome, antes da palavra, antes da escrita é o tempo do caos diz Adélia. Freud dizia que o tempo da interpretação é como o momento preciso em que o leão de um só golpe salta sobre a presa. Com Adélia dizemos, interpretar em tempo é como pegar um peixe com a mão.pt_BR
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