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dc.contributor.authorBarrilleaux, Louis Ernest-
dc.date.accessioned2015-05-06T15:14:41Z-
dc.date.available2015-05-06T15:14:41Z-
dc.date.issued1982-
dc.identifier.citationBARRILLEAUX, Louis Ernest. O professor visitante: uma carta ao departamento. Revista Educação em Debate, Fortaleza, v. 4, n. 1, p. 75-88, 1982.pt_BR
dc.identifier.issn0102-1117-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/11862-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Educação e Debatept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectProfessor visitantept_BR
dc.subjectDepartamento de Educação da Universidade Federal do Cearápt_BR
dc.subjectExpectativas profissionaispt_BR
dc.subjectExpectativas sócio-culturaispt_BR
dc.subjectProvidências de caráter pessoalpt_BR
dc.titleO professor visitante: uma carta ao departamentopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrCheguei a Fortaleza no dia dois de setembro de 1980. Durante meu primeiro mês de permanência no Brasil, Somoza foi assassinado, o Irã e Iraque começaram uma guerra e Jean Piaget morreu. Os estudantes da Universidade Federal entraram em greve e os professores estavam se organizando visando sua própria paralisação. Eu havia me transplantado de uma Universidade Americana para o Departamento de Educação da Universidade Federal do Ceará, falando o português de um garoto de quatro anos ou menos. Claramente eram muitos e óbvios os choques iniciais que senti. Em primeiro lugar, me senti, de repente, isolado e desinformado tanto sobre o Departamento quanto sobre os problemas nacionais e internacionais. As manifestações de aceitação social e de amizade por parte dos professores do Departamento de Educação foram importantes, adequadas e mesmo generosas, mas meu problema urgente era a necessidade de preencher este vazio de informações. Tinha necessidade de conhecer e entender, e isto só poderia ocorrer com o tempo. Estar desinformado era um "pecado mortal" no meu pouco infantil, foi considerar que problemas sobre os quais eu não tinha conhecimento e/ou compreensão eram, pelo menos temporariamente, problemas que não existiam e portanto eu devia ficar em paz com o mundo, com o Departamento e comigo mesmo...pt_BR
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