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dc.contributor.authorTomaz, Vera-
dc.date.accessioned2015-02-25T12:59:24Z-
dc.date.available2015-02-25T12:59:24Z-
dc.date.issued1985-
dc.identifier.citationTOMAZ, Vera. A doença e a coisa na concepção do Pathognostik. Revista de Psicologia, Fortaleza, v. 3, n.2, 1985, p. 15-24.pt_BR
dc.identifier.issn2179-1740 (online)-
dc.identifier.issn0102-1222 (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/10765-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherhttp://www.revistapsicologia.ufc.brpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectConcepção do Pathognostikpt_BR
dc.subjectConcepção de doençapt_BR
dc.subjectRelação sujeito-objetopt_BR
dc.subjectProcedimento clínicopt_BR
dc.subjectAntipsicanálisept_BR
dc.subjectPsicanálisept_BR
dc.titleA doença e a coisa na concepção do Pathognostikpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO propósito do presente artigo é introduzir uma concepção que vem se desenvolvendo na Alemanha denominada Pathognostik. Esta apresenta uma crítica à Psicanálise sem, contudo, poder ou querer ser sua alternativa. E é exatamente a impossibilidade da produção de uma alternativa positiva que marca o núcleo do pensamento filosófico desta concepção. A rigor, o Pathognostik é o efeito do encontro entre Psicanálise e Filosofia. Tomando lugar neste ínterim, neste espaço da diferença entre uma e outra, ele reflete a impossibilidade de se abandonar as fronteiras da ratio ocidental, a qual, fechando-se em si mesma, ao mesmo tempo produz sua negação e com isso pressupõe, a priori, a violência e a prática da violência...pt_BR
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