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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorFranco Junior, Arnaldo-
dc.date.accessioned2011-11-07T12:41:19Z-
dc.date.available2011-11-07T12:41:19Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationFRANCO JUNIOR, A. (2008)pt_BR
dc.identifier.issn1018051-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/1053-
dc.descriptionFRANCO JUNIOR, Arnaldo. Romance engajado, folhetim/melodrama e metaficção: A hora da estrela. Revista de Letras, Fortaleza, v.1-2, n. 29, p. 59-66, 2008.pt_BR
dc.description.abstractIn this paper, we analyze many proceedings (from feuilleton, melodrama, neo-realist novel and kitsch) used in A Hora da Estrela, by Clarice Lispector. According to our hypothesis, is through these different styles and, also,through fairy tales and fait divers that Clarice Lispector articulates a tension in the dichotomy “avant-garde versus kitsch”, common to Modernism. In an ambiguous way, the writer reasserts such dichotomy in order to rethink the hierarchy of values derived from it. Thus, Clarice Lispector, in a metaficcional level, criticizes some of the utopias from modern art, on which, during the 20th century, Brazilian criticism bases its work. The analysis of character’s names and of stereotypes, clichés and commonplaces in the novel will make clear our hypothesis.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Letraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLispector, Clarice, 1925-1977 - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectAnálise do discursopt_BR
dc.subjectLispector, Clarice, 1925-1977 - A hora da estrela - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectLiteratura de vanguardapt_BR
dc.subjectLiteratura Brasileirapt_BR
dc.subjectFicção brasileira - Critica e interpretaçãopt_BR
dc.titleRomance engajado, folhetim/melodrama e metaficção : A hora da estrelapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNeste artigo, estudaremos a utilização de recursos do romance folhetim, do melodrama, do romance social neo-realista e de um repertório kitsch na construção de A hora da estrela, de Clarice Lispector. Nossa hipótese de leitura é a de que por meio da articulação de recursos e procedimentos característicos de tais gêneros romanescos e, também, de recursos estruturais do conto maravilhoso e da chamada notícia miúda (fait divers), a escritora tensiona a polaridade arte de vanguarda X kitsch característica do Modernismo. Ambiguamente, reafirma tal polaridade para melhor questionar a hierarquia de valores dela derivada. Neste sentido, Clarice Lispector estabelece, no plano metaficcional de seu romance, uma crítica a determinadas utopias da arte moderna que balizaram alguns dos parâmetros de avaliação da crítica literária brasileira no século XX. As análises da construção e dos nomes das personagens e do recurso a estereótipos, clichês e frases feitas será o objeto que evidenciará nossa hipótese de leitura crítica do texto.pt_BR
Aparece en las colecciones: DLV - Artigos publicados em revistas científicas

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