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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/10539Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Berlinck, Manoel Tosta | - |
| dc.date.accessioned | 2015-02-06T10:49:17Z | - |
| dc.date.available | 2015-02-06T10:49:17Z | - |
| dc.date.issued | 1978 | - |
| dc.identifier.citation | BERLINCK, Manoel Tosta. Sobre alguns limites da razão científica. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v.9, n.1/2, 1978, p.07-14. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 0041-8862 (impresso) | - |
| dc.identifier.issn | 2318-4620 (online) | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/10539 | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | www.rcs.ufc.br/edicoes | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Homem, ser afetuoso | pt_BR |
| dc.subject | Racionalidade | pt_BR |
| dc.subject | Conhecimento científico | pt_BR |
| dc.title | Sobre alguns limites da razão científica | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | No momento em que o homem (re)descobre em si um ser afetuoso, emocional, começa a duvidar da eficácia e da universalidade do saber científico tal como ele é hoje conhecido no Ocidente porque, por mais que procure, não reconhece no interior dessa racionalidade um espaço para a expressão de seu afeto. Antes de mais nada, o conhecimento científico é aqui entendido como o que se caracteriza por ser ou pretender ser: 1) abstrato ou teórico e hipotético; 2) logicamente coerente; 3) axiologicamente neutro; 4) causal; e 5) experimental. A razão científica assim caracterizada constitui um lagos e propõe a possibilidade de apreensão cognitiva do mundo prescindindo do afeto o qual fica sem nenhuma função cognitiva. Mas, cogitar não caracteriza o ser humano que sente e por isso (também) é. Essa verdadeira "escisão" entre razão e afeto que caracteriza o racionalismo científico ocidental pode ser vista como parte da alienação humana e possui diversas implicações que precisam ser compreendidas para que nós, homens do Ocidente, tenhamos ideia mais clara do alcance e dos limites do conhecimento científico (Bedeschi, 1975). Nem sempre, entretanto, foi assim que o homem - mesmo o homem do Ocidente - pensou ainda que o esquecimento seja comum entre os homens... | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | DCSO - Artigos publicados em revistas científicas | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 1978_art_mtberlinck.pdf | 1,01 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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