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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorLima, Maria Helena Tenorio de Almeida-
dc.date.accessioned2014-12-02T12:22:15Z-
dc.date.available2014-12-02T12:22:15Z-
dc.date.issued2001-
dc.identifier.citationLIMA, Maria Helena Tenorio de Almeida. A banalização da injustiça social. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v. 31, n. 2, p. 134-135, 2001. Resenha da obra de: DEJOURS, Chistopher. A Banalização da Injustiça Social. Trad. Luiz Alberto Monjardim. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas,1999. 160p.pt_BR
dc.identifier.issn0041-8862 (impresso)-
dc.identifier.issn2318-4620 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/10073-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherwww.rcs.ufc.br/edicoespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMundo modernopt_BR
dc.subjectTrabalho e sofrimentopt_BR
dc.subjectDominação e capitalismopt_BR
dc.subjectGlobalizaçãopt_BR
dc.titleResenha de A banalização da injustiça socialpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste é mais um livro dedicado a problemática do trabalho em tempos de globalização. Nele, o autor marcha na contramão dos estudiosos que vêm analisando a adesão ao discurso economicista, quer como impotência diante do inevitável, quer como explicação da capitulação ao capital global, face a ausência de alternativas. Contra essa disjuntiva que parece aprisionar a análise ao "fato" e ao "mito", Dejours, de forma singular, abre uma brecha para dizer que, o que coloca a Razão Econômica acima da Razão Política, é menos a falta de alternativa à crise e mais o indício de um aumento progressivo da tolerância para com a injustiça. O autor desenvolve essa tese, tomando como núcleo de investigação, o sofrimento no trabalho. Diferente dos que falam do Fim do Trabalho, Dejours reafirma a natureza paradoxal do Trabalho no Mundo Moderno; mediador de realização do ego e fonte de emancipação e democracia, o Trabalho é também e, cada vez mais, fonte de Sofrimento. Nessa chave o problema que ele se coloca é: por que uns aceitam infligir sofrimento a outros enquanto estes consentem em padecer o sofrimento? De saída, observa-se que ele se centra mais nas motivações subjetivas da dominação do que na lógica da dominação...pt_BR
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