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dc.contributor.advisorCosta, Nelson Barros da-
dc.contributor.authorRocha, Francisco Talvanes Sales-
dc.date.accessioned2014-08-19T17:41:34Z-
dc.date.available2014-08-19T17:41:34Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.citationRocha, F. T. S.; Costa, N. B. (2006)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/8759-
dc.descriptionROCHA, Francisco Talvanes Sales. Manguebit: uma discursividade literomusical guerrilheira. 2006. 115f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Departamento de Letras Vernáculas, Programa de Pós-graduação em Linguística, Fortaleza (CE), 2006.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherwww.teses.ufc.brpt_BR
dc.subjectMundo Livre S/A(Conjunto musical)pt_BR
dc.subjectNação Zumbi(Conjunto musical)pt_BR
dc.subjectChico Science,1966-1997pt_BR
dc.subjectMangue beat(Movimento)pt_BR
dc.subjectCultura de massa - Recife(PE)pt_BR
dc.subjectCultura popular - Recife(PE)pt_BR
dc.subjectCultura popular - Recife(PE)pt_BR
dc.titleManguebit: uma discursividade literomusical guerrilheirapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste trabalho aborda as relações interdiscursivas que, a nosso ver, foram constitutivas na emergência da discursividade manguebitiana: as que se deram com os gestos arquienunciativos de Josué de Castro de “Homens e Caranguejos”, com as arquienunciações literomusicais de Jorge Ben (com destaque para o período entre 1964 e 1974), e, por meio polêmico, com o armorialismo. Como referencial teórico, adotamos a proposta de AD de Dominique Maingueneau, devidamente adaptada ao campo de estudo dos processos discursivos literomusicais por Nelson Costa, mais alguns princípios filosóficos da Teoria Crítica, desenvolvido pela Escola de Frankfurt. Em nossa análise, utilizamo-nos dos conceitos de posicionamento, campo discursivo, prática discursiva, comunidade discursiva, dialogismo, polifonia, investimento genérico, cenografia, ethos, código de linguagem; noções de modernidade, capitalismo, indústria cultural, classe, guerrilha cultural, contracultura, etc., sem burocratizá-los em demasia, nem a nós mesmos, sabendo ser fiel e infiel (mas sem leviandades) quando o movimento analítico o exigiu. As hipóteses levantadas acerca da constituição da identidade intradiscursiva do Movimento Manguebit encontraram respaldo nas análises, algo que só reforça o potencial heurístico da AD, principalmente pela sua abertura à reconstituição incessante, tanto em diálogo com outras ciências sociais, quanto com a reflexão filosófica.pt_BR
dc.title.enManguebit: une guérilla discours literomusicalpt_BR
dc.description.abstract-frCe travail aborde les relations interdiscursives qui, à notre avis, ont été constitutives dans l‟émergence de la discursivité manguebitiènne : celles que ce sont données avec les gestes archiénonciatives de Josué de Castro de „Hommes et Crabes‟, avec les archiénonciations littéromusicales de Jorge Ben (en particulier la période entre 1964 et 1974), et, par la controverse, avec l‟armorialisme. Comme référence théorique, nous adaptons la proposition de l‟Analyse du Discours (AD) de Dominique Maingueneau, dûment adaptée au domaine d‟etudes des processus discursifs littéromusicaux par Nelson Costa, ajoutée de quelques principes philosophiques de la Théorie Critique, développés par l‟École de Frankfurt. Dans notre analyse, nous nous servons des concepts de positionnement, champ discursif, pratique discursive, communauté de discours, dialogisme, polyphonie, investissement générique, cénographie, ethos, code du langage ; notions de modernité, capitalisme, industrie culturelle, classe sociale, guérilla culturelle, contre culture, etc. , sans trop les bureaucratiser, ni à nous mêmes, sachant être fidèle et infidèle (mais sans frivolités) quand l‟a exigé le mouvement analytique. Les hypothèses envisagées sur la constitution de l‟identité intradiscursive du Mouvement Manguebit ont trouvé soutien dans les analyses, ce que renforce le potentiel heuristique de l‟AD, surtout par son ouverture à l‟incessante reconstitution, tant en dialogue avec les autres sciences sociales, qu‟avec la réflexion philosophique.pt_BR
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