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Title in Portuguese: Predictors of unsuccessful of treatment for fecal incontinence biofeedback for fecal incontinence in female
Author: Murad-Regadas, Sthela M.
Regadas, Francisco Sergio P.
Regadas Filho, Francisco Sergio P.
Mendonça Filho, José Jader de
Andrade Filho, Roberto S.
Vilarinho, Adjra da Silva
Keywords: Diafragma da Pelve
Pelvic Floor
Incontinência Fecal
Fecal Incontinence
Terapia por Estimulação Elétrica
Electric Stimulation Therapy
Resultado do Tratamento
Treatment Outcome
Issue Date: Jan-2019
Publisher: Arquivos de Gastroenterologia
Citation: MURAD-REGADAS, Sthela M. et al. Predictors of unsuccessful of treatment for fecal incontinence biofeedback for fecal incontinence in female. Arq. Gastroenterol. São Paulo, v. 56, n. 1, p. 61-65, jan./mar. 2019.
Abstract in Portuguese: CONTEXTO: Biofeedback é um método eficaz de tratamento para a incontinência fecal. No entanto, há controvérsias sobre fatores que podem ser correlacionados com a sua eficácia. Objetivo - Avaliar a eficácia do biofeedback no tratamento da incontinência fecal (IF), identificando os fatores preditivos relacionados ao insucesso do tratamento. MÉTODOS: Consecutivos pacientes do sexo feminino com IF e submetidos a terapia com biofeedback que aceitaram participar do estudo foram incluídos. Os sintomas foram avaliados utilizando o escore de incontinência da Cleveland Clinic-CCF antes e seis meses após termino da terapia. Os pacientes com resposta satisfatória ao biofeedback apresentaram redução no escore de IF ≥50% (GI) e resposta insatisfatória a redução no escore de IF <50% (GII) em seis meses. Os grupos foram comparados de acordo com a idade, escore, pressões anais quantificada pela manometria anorretal (repouso, contração e capacidade de sustentação em 30 segundos), parto vaginal prévio, número de partos vaginais, menopausa, histerectomia e cirurgia anorretal e/ou colorretal prévia. RESULTADOS: Total de 124 mulheres incluídas, 70 (56%) em GI e 54 (44%) em GII. A mediana do CCF escore reduziu significativamente de 10 para 5 (P=0.00). FI escore foi mais elevado no GII, assim como foi observado o maior número de mulheres submetidas a partos vaginais e cirurgias prévias. A pressão média de contração foi significante maior no GI. No entanto, idade, número de partos vaginais, menopausa, histerectomia, pressões anais e presença de defeito esfincteriano foram similares nos dois grupos. A pressão média de sustentação mantida por 30 seg aumentou significamente comparando pré com pós biofeedback no GI. CONCLUSÃO: O biofeedback é um tratamento eficaz com redução em 50% no escore de IF em mais da metade dos pacientes. Os fatores associados ao insucesso do tratamento incluem o escore de IF ≥10, parto vaginal prévio, cirurgia anorretal prévia e pressão média de sustentação reduzida.
Abstract: Background – Biofeedback is an effective method of treatment for fecal incontinence but there is controversy regarding factors that may be correlated with its effectiveness. Objective – To evaluate the efficacy of biofeedback in the treatment of fecal incontinence, identifying the predictive factors for unsuccessful treatment. Methods – Consecutive female patients who had fecal incontinence and were treated with a full course of biofeedback were screened. The symptoms were evaluated using Cleveland Clinic incontinence (CCF) score before and six months after the completion of therapy. Patients had a satisfactory clinical response to biofeedback if the CCF score had decreased by more than 50% at six months (GI) and an unsatisfactory response if the CCF score did not decrease or if the score decreased by <50% (GII). The groups were compared with regard to age, score, anal resting and squeeze pressures and sustained squeeze pressure by manometry, history of vaginal delivery, number of vaginal deliveries, menopause, hysterectomy, and previous anorectal surgery. Results – Of 124 women were included, 70 (56%) in GI and 54 (44%) in GII. The median CCF score decreased significantly from 10 to 5 (P=0.00). FI scores were higher in GII. Patients from GII had more previous vaginal deliveries and previous surgeries. The mean sustained squeeze pressure was higher in GI. Patients from GI and GII had similar ages, number of vaginal deliveries, menopause, hysterectomy, anal pressures, and sphincter defects. The median sustained squeeze pressure increased significantly before and after biofeedback in GI. Conclusion – Biofeedback therapy shows effective treatment with 50% reductions in FI score in half of patients. Factors associated with unsuccessful outcome include FI score ≥10, previous vaginal delivery, previous anorectal and/or colorectal surgery, and reduced mean sustained squeeze pressure.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/49958
metadata.dc.type: Artigo de Periódico
ISSN: Print 0004-2803
On-line 1678-4219
Appears in Collections:DCIR - Artigos publicados em revista científica

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