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dc.contributor.authorMesquita, João Vianney Campos de-
dc.date.accessioned2019-12-23T18:24:03Z-
dc.date.available2019-12-23T18:24:03Z-
dc.date.issued1986-
dc.identifier.citationMESQUITA, João Vianney Campos de. Comunicação e conhecimento interdisciplinar. Revista de Comunicação Social, Fortaleza (CE), v. 16, ns. 1/2, p. 87-93, jan./dez. 1986.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/49026-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Comunicação Socialpt_BR
dc.subjectInterdisciplinaridadept_BR
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.subjectConhecimento interdisciplinarpt_BR
dc.subjectDidáticapt_BR
dc.titleComunicação e conhecimento interdisciplinarpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrHá, pelo menos, duas questões a se discutir - quanto mais amiúde, melhor - com respeito ao relacionamento interdisciplinar. Primeiro, cumpre evidenciar a importância que modernamente assumem a horizontalidade e as "grandes conexões" da ciência. É que estão redimensionados os limites, o princípio/fim de cada um dos ramos do conhecimento. Isto é, pensamos não mais existir aquela departamentalização didática rigorosa dos diversos campos disciplinares. A ciência parece estar se reencaminhando para convergir até a Filosofia, de onde, aliás, divergiu, há tempos bastante passados. Estão desaparecendo os segmentos e sendo obedecida a reta inteira, numa constante relação de interdependência, para o exercício dos diversos momentos da investigação. Em 1932, JASPERS, com base em LAHR, dizia não existir o saber particular. Conforme a velha e sempre respeitada Escolástica, é impossível individualizar tudo, reunindo pormenores e circunstâncias: non datur scientia de individuo.[...]O outro ponto, crucial e indescartável, situa-se na necessidade de se conceber, não sem perigo de erro, um universo vocabular próprio para cada saber. Em vista disso é que, não apenas o posicionamento ante a obrigatoriedade do intercâmbio disciplinar deve ser mais refletido, senão também tem de ser revigorado o processo sistemático de adequação e, até, de criação dos léxicos. Mesmo com o risco do confronto e da inadequação da linguagem emprestada, do tomador com o credor, o desenvolvimento teórico e prático da procura científica precisa ser incansavelmente debatido. Por conseguinte, estas questões são postas em circulação entre os estudantes, a fim de que tenham o ensejo de levantar dúvidas e sugerir para enriquecimento do tema[...]pt_BR
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