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dc.contributor.authorLima, Romênia Kelly Soares de-
dc.contributor.authorCavalcanti, Luciano Pamplona de Goes-
dc.contributor.authorFerreira, Marcelo José Monteiro-
dc.contributor.authorBezerra Filho, José Gomes-
dc.date.accessioned2019-12-18T16:55:13Z-
dc.date.available2019-12-18T16:55:13Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationLIMA, Romênia Kelly Soares de et al. Perfil de profissionais que trabalham em unidades sentinelas em saúde do trabalhador e nunca notificaram casos de acidente de trabalho. Revista Encontros Universitários da UFC, Fortaleza, v. 1, n. 1, 2016. (Encontro de Pesquisa e Pós-Graduação, 9).pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/48870-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Cearápt_BR
dc.subjectSaúde do trabalhadorpt_BR
dc.subjectCentros de saúdept_BR
dc.subjectPessoal da saúdept_BR
dc.titlePerfil de profissionais que trabalham em unidades sentinelas em saúde do trabalhador e nunca notificaram casos de acidente de trabalhopt_BR
dc.typeResumopt_BR
dc.description.abstract-ptbrAs Redes Sentinelas de Notificação Compulsória de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho são responsáveis por atender e notificar os casos de Acidente de Trabalho (AT) desde o ano de 2004. O Estado do Ceará conta com 80 Unidades Sentinelas em Saúde do Trabalhador, sendo 14 no município de Fortaleza, entre unidades secundárias e terciárias. O objetivo é descrever o perfil dos profissionais que trabalham em unidades sentinelas em saúde do trabalhador e nunca notificaram casos de AT. Trata-se de um estudo transversal de natureza descritiva desenvolvido em cinco Unidades Sentinelas em Saúde do Trabalhador do município de Fortaleza. Os dados foram coletados por meio de instrumento validado contendo 88 questões. A aplicação desse instrumento ocorreu no período de 2013 a 2014 e foram entrevistados os profissionais de saúde de nível superior. As unidades foram escolhidas de acordo com a maior demanda por parte dos trabalhadores acidentados. Esse projeto foi aprovado pelo CEP 11070813.9.0000.5054 sob o registro número 237.406. Dos 354 profissionais entrevistados 44,0% (n=156) afirmaram nunca ter notificado nenhum caso de AT, desses 50% encontram-se locados na regional II, 50% fazem parte do quadro de funcionários do Instituto Doutor José Frota, em sua maioria enfermeiros (33%), predomínio do sexo feminino (77%), encontram-se na faixa etária de 41 à 50 anos de idade (36%), casados (54%) e com filhos (65%), com mais de vinte e um anos de formação superior (41%) e formados em universidades públicas (66%), não possuem nenhum tipo de pós-graduação na área (56%), possuem mais de vinte anos de experiência profissional (41%), nunca participaram de nenhum treinamento/capac na área de AT (66%). Não leem sobre o assunto (65%), desconhecem a legislação que dá suporte ao AT (64%), a lei orgânica as saúde (54%), a lei orgânica da seguridade social (78%), a lei da previdência social (83%), portarias temáticas referente ao assunto(88%) e a ficha de notificação de AT do Sinan (68%).pt_BR
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