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dc.contributor.advisorZanette, Lorenzo Roberto Sgobaro-
dc.contributor.authorMatos, Natália Castelo Branco-
dc.date.accessioned2019-12-03T18:12:23Z-
dc.date.available2019-12-03T18:12:23Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationMATOS, Natália Castelo Branco. Parentesco e investimento cerebral em espécies sociais de Hymenoptera. 2017. 34 f. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/48102-
dc.description.abstractThe social brain hypothesis holds that individuals living in stable social groups face a series of challenges, such as internal conflicts, that solitary organisms do not experience, so that sociality imposes a pressure for cognitive ability. An alternative hypothesis called "distributed cognition hypothesis" predicts a negative correlation between sociality and brain size in social insects: since there is a high degree of within-group relatedness between workers, and consequently a predominance of altruistic behaviours, to the detriment of cognitively challenging internal conflicts, the demand for brain investment is lower. The relationship between kin structure and brain investment in social Hymenopteran species was evaluated here. After compiling data available in the literature, a comparative analysis was performed using the independent phylogenetic contrasts method. Brain investment was measured as the relative size of the mushroom bodies, areas of the insect brain involved with cognitive processes. The results indicate that, as proposed by the distributed cognition hypothesis, within-group relatedness is negatively associated with brain investment. Similarly, the mean number of queens per colony, a measure that is linked to decreased relatedness between workers, showed a tendency to be positively correlated to mushroom bodies volume. The queen(s) effective mating frequency, however, a phenomenon that also implies in a decrease of kinship, was not related to brain investment. Therefore, our work indicates that structural differences in insect societies may generate a demand for greater or lesser brain investment among the social species of Hymenoptera.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAculeatapt_BR
dc.subjectInsetos eusociaispt_BR
dc.subjectCérebros sociaispt_BR
dc.titleParentesco e investimento cerebral em espécies sociais de Hymenopterapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrDe acordo com a hipótese do cérebro social indivíduos vivendo em grupos sociais estáveis enfrentam uma série de desafios, como conflitos internos, que organismos solitários não experienciam e que impõem uma pressão por capacidade cognitiva. Alternativamente, a hipótese da cognição distribuída prevê uma correlação negativa entre socialidade e o tamanho do cérebro em insetos sociais. Devido ao alto grau de parentesco dentro desses grupos e consequentemente uma predominância de comportamentos altruístas, em detrimento de conflitos internos com exigência cognitiva, a demanda por investimento cerebral é menor. Foi avaliada aqui a relação entre a estrutura de parentesco e investimento cerebral em espécies sociais de Hymenoptera. Após a compilação de dados disponíveis na literatura, foi realizado uma análise comparativa utilizando o método de contrastes filogenéticos independentes. O investimento cerebral foi medido na forma do tamanho relativo dos mushroom bodies, áreas do cérebro de insetos que estão envolvidas com processos cognitivos. Os resultados indicam que, como proposto pela hipótese da cognição distribuída, o parentesco intracolonial entre operárias está negativamente relacionado com investimento cerebral. De forma semelhante, o número médio de rainhas por colônia, uma medida indireta que indica menor parentesco entre operárias, apresentou tendência para uma relação positiva com o volume dos mushroom bodies. A frequência efetiva de acasalamento da(s) rainha(s), no entanto, um fenômeno que também implica em uma diminuição do parentesco, não foi relacionada com investimento cerebral. Assim, nosso trabalho indica que diferenças estruturais nas sociedades de insetos podem gerar uma demanda por maior ou menor investimento cerebral entre as espécies sociais de Hymenoptera.pt_BR
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