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dc.contributor.authorCidade, Elívia Camurça-
dc.contributor.authorXimenes, Verônica Morais-
dc.date.accessioned2019-09-05T15:16:39Z-
dc.date.available2019-09-05T15:16:39Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationCIDADE, Elívia Camurca; XIMENES, Verônica Morais. Enfrentamento à pobreza rural: um estudo sobre o fatalismo e a resiliência. Revista Encontros Universitários da UFC, Fortaleza, v.1, n. 1, 2016. (Encontro de Pesquisa e Pós-graduação, 9).pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/45464-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Cearápt_BR
dc.subjectEnfrentamentopt_BR
dc.subjectFatalismopt_BR
dc.subjectPobrezapt_BR
dc.titleEnfrentamento à pobreza rural: um estudo sobre o fatalismo e a resiliênciapt_BR
dc.typeResumopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste resumo está relacionado a um Projeto de tese em Psicologia. Ele parte da consideração de que a vida em condições de pobreza acarreta implicações psicossociais, que irão interferir nos modos de enfrentamento às adversidades cotidianas desenvolvidos pelos sujeitos, sobretudo àqueles residentes na zona rural brasileira. Uma vez que o enfrentamento em condições de pobreza adquire a característica de ser um fenômeno contextual e relacional, é adequado descrevê-lo em termos de modos de enfrentar, abrangendo as estratégias de enfrentamento cognitivas e comportamentais (Lazarus & Folkman, 1991) e o componente afetivo que alimenta o sofrimento ético-político (Sawaia, 2009) em contexto de pobreza. No estudo sobre enfrentamento, as categorias fatalismo e resiliência são importantes, pois permitem compreender como os sujeitos elaboram a realidade e se posicionam frente a ela. O fatalismo está associado à crença em uma força sobrenatural ou divina como responsável pelos fatos cotidianos. A resiliência diz do modo como as pessoas enfrentam e superam crises e adversidades, ao mesmo tempo em que são transformadas por elas. A pesquisa terá delineamento quantitativo e qualitativo, com o objetivo geral “analisar como o fatalismo e a resiliência interferem nas estratégias de enfrentamento à pobreza dos sujeitos residentes na zona rural brasileira”. A etapa quantitativa, já realizada, envolveu a aplicação de um questionário com 1113 sujeitos residentes em Humaitá (AM), Pentecoste (Ce) e Cascavel (PR). A etapa qualitativa envolverá a realização de 8 grupos focais e 8 entrevistas nestas duas últimas cidades e que serão analisados com o Atlas Ti 5.0. Dados preliminares apontam a relevância de um olhar cuidadoso para as singularidades regiões, sobretudo nos modos de viver a ruralidade e enfrentá-la. Há indícios de que o fatalismo e a resiliência estão correlacionados negativamente, ao mesmo tempo em que ambos sofrem influências das variações de renda e de escolarização.pt_BR
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