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dc.contributor.authorBizerril, Davi Oliveira-
dc.contributor.authorAlmeida, Janaína Rocha de Sousa-
dc.contributor.authorSaldanha, Katia de Góis Holanda-
dc.contributor.authorTeixeira, Ana Karine Macedo-
dc.contributor.authorMacedo, Ana Karine-
dc.contributor.authorAlmeida, Maria Eneide Leitão de-
dc.date.accessioned2019-09-05T14:55:29Z-
dc.date.available2019-09-05T14:55:29Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationBIZERRIL, Davi Oliveira et al. Percepção dos profissionais da estratégia saúde da família quanto aos riscos ergonômicos nas unidades de atenção primária à saúde. Revista Encontros Universitários da UFC, Fortaleza, v. 1, n. 1, 2016. (Encontro de Pesquisa e Pós-Graduação, 9)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/45449-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Cearápt_BR
dc.subjectSaúde do trabalhadorpt_BR
dc.subjectErgonomiapt_BR
dc.subjectRiscos ocupacionaispt_BR
dc.titlePercepção dos profissionais da estratégia saúde da família quanto aos riscos ergonômicos nas unidades de atenção primária à saúdept_BR
dc.typeResumopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO município de Fortaleza apresenta um quadro de situações laborais como uma alta demanda de tarefas e ambientes modificados, quanto a sua estrutura física e funcionamento setorial o que favorece uma condição de submissão dos profissionais aos riscos ergonômicos das unidades de atenção primária á saúde (UAPS). Caracteriza-se como quantitativo, descritivo, observacional e transversal. O objetivo do estudo foi analisar a percepção dos profissionais da Equipe de Saúde da Família de Fortaleza/CE, quanto aos riscos ergonômicos por meio de questionário estruturado e de um check-list onde foram analisadas as variáveis como à existência e o número de setores, dimensionamento e características que compõem o ambiente interno para verificar a conformidade da existência da estrutura física básica da unidade com a preconizada pelo Ministério da Saúde. Os dados obtidos foram tabulados e analisados em tabela no programa estatístico SPSS. Dos 250 profissionais, do consolidado de dados atual, são 150 enfermeiros (60%) e 100 cirurgiões dentistas (40%) participantes. A maioria (n=239; 95,6%) apontou a presença de algum fator ergonômico dificultador do processo de trabalho, isto implica em maior probabilidade dos profissionais desenvolverem distúrbios osteomusculares. Quanto à estrutura física, referente à adequada execução dos processos de trabalho, 221 profissionais (88,4%) a consideram desfavorável e 218 (87,2%) apontam como favorável. Desta maneira, os profissionais estão expostos a vários riscos ergonômicos em função do trabalho em turnos corridos, adoção de posturas incorretas, treinamento inexistente, mobiliário e ambiente mal projetado, agregado a presença de fatores psicossociais advindo das pressões por parte da gestão, clientela e situações de violência ao trabalhador. As unidades de atenção primária á saúde terão condições de planejar programas ergonômicos de prevenção com a inserção de equipamento e materiais auxiliares, dentro de suas estruturas físicas particulares.pt_BR
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