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dc.contributor.authorRopoli, Edilene Aparecida-
dc.contributor.authorMantoan, Maria Teresa Eglér-
dc.contributor.authorSantos, Maria Terezinha da Consolação Teixeira dos-
dc.contributor.authorMachado, Rosângela-
dc.date.accessioned2019-06-28T15:02:25Z-
dc.date.available2019-06-28T15:02:25Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.citationROPOLI, Edilene Aparecida; MANTOAN, Maria Teresa Eglér; SANTOS, Maria Terezinha da Consolação Teixeira dos; MACHADO, Rosângela. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar. A escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação; Secretaria de Educação Especial, 2010. 51p.pt_BR
dc.identifier.isbn978 85 60331 29 1-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/43213-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherMinistério da Educação; Secretaria de Educação Especialpt_BR
dc.subjectA Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008)pt_BR
dc.subjectAprendizagem - aptidão e capacidadespt_BR
dc.subjectA lógica do processo de escolarizaçãopt_BR
dc.titleA educação especial na perspectiva da inclusão escolar. A escola comum inclusivapt_BR
dc.typeLivropt_BR
dc.description.abstract-ptbrA Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) foi elaborada segundo os preceitos de uma escola em que cada aluno tem a possibilidade de aprender, a partir de suas aptidões e capacidades, e em que o conhecimento se constrói sem resistência ou submissão ao que é selecionado para compor o currículo, resultando na promoção de alguns alunos e na marginalização de outros do processo escolar. A compreensão da educação especial nesta perspectiva está relacionada a uma concepção e a práticas da escola comum que mudam a lógica do processo de escolarização, a sua organização e o estatuto dos saberes que são objeto do ensino formal. Como modalidade que não substitui a escolarização de alunos com deficiência, com transtornos globais de desenvolvimento e com altas habilidades/superdotação, essa educação supõe uma escola que não exclui alunos que não atendam ao perfil idealizado institucionalmente. A educação especial perpassa todos os níveis, etapas e demais modalidades de ensino, sem substituí-los, oferecendo aos seus alunos serviços, recursos e estratégias de acessibilidade ao ambiente e aos conhecimentos escolares. Nesse contexto, deixa de ser um sistema paralelo de ensino, com níveis e etapas próprias. Sinalizando um novo conceito de educação especial, a Política enseja novas práticas de ensino, com vistas a atender as especificidades dos alunos que constituem seu público alvo e garantir o direito à educação a todos. Aponta para a necessidade de se subverter a hegemonia de uma cultura escolar segregadora e para a possibilidade de se reinventar seus princípios e práticas escolares. Este fascículo traz contribuições para o entendimento dessa escola e de sua articulação com a educação especial e seus serviços, especialmente o Atendimento Educacional Especializado - AEE. Sua intenção é esclarecer o leitor sobre a possibilidade de fazer da sala de aula comum um espaço de todos os alunos, sem exceções. Ele vai tratar da interface entre o direito de todos à educação e o direito à diferença, ou seja, da linha tênue traçada entre ambos e de como esse direito vai perpassando todas as transformações que a escola precisa fazer para se tornar um ambiente educacional inclusivo. [...]pt_BR
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