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dc.contributor.authorSouza, Raimundo Nonato Rodrigues de-
dc.date.accessioned2019-06-06T14:13:01Z-
dc.date.available2019-06-06T14:13:01Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationSOUZA, Raimundo Nonato Rodrigues de. “[...] indesentes e perniciosso homes que há no Ceará [...] que todos procedem de hum mulato Phelipe Coelho” – a trajetória da família Coelho e Dias na capitania do Ceará (1654-1720). In: SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA, 27., 22-26 jun. 2013, Natal (RN). Anais... Natal (RN): ANPUH, 2013. Tema: Conhecimento histórico e diálogo social.pt_BR
dc.identifier.isbn978 85 98711 11 9-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/42502-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherANPUHpt_BR
dc.subjectPovos africanospt_BR
dc.subjectAfricana na capitania do Cearápt_BR
dc.subjectCapitanias de Pernambuco, Piaui, Maranhão, Bahia e Minas Geraispt_BR
dc.titleIndesentes e perniciosso homes que há no Ceará [...] que todos procedem de hum mulato Phelipe Coelho” – a trajetória da família Coelho e Dias na Capitania do Ceará (1654-1720)pt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO presente artigo analisa a presença de sesmeiros de ascendência africana na capitania do Ceará, no período de 1654 a 1730, especialmente as famílias Coelho de Morais e Dias de Carvalho. Neste período ocorreu o processo de colonização da capitania, efetuada por pessoas brancas, negras, mulatas e mamelucas, vindas das capitanias de Pernambuco, Rio Grande, Paraíba, Bahia, São Paulo, das ilhas da Madeira, Açores e de Portugal, no esteio das guerras basílicas, palmarinas e dos “bárbaros”. Guerras, cuja finalidade era expandir o território português em direção ao sertão das capitanias do norte objetivando controlar a presença de inimigos externos (holandeses e franceses), dos diversos quilombos, especialmente Palmares, e apropriar-se dos territórios indígenas. Nestas empreitadas, diversos pobres produtivos, militares, muitos deles negros (pretos, mulatos, crioulos), obtiveram “mercê” pelos serviços prestados ao governo português. Com seus serviços vão dilatando a fronteira agropastoril do litoral para o sertão, descobrindo lugares propícios para o criatório e combatendo os nativos, os quais são feitos prisioneiros e escravizados. Suas ações em nome da coroa expande o domínio português nas terras da capitania cearense e abre caminho para a entrada de tropas e posteriormente ao comércio do gado com as principais feiras das capitanias de Pernambuco, Piaui, Maranhão, Bahia e Minas Gerais. [...]pt_BR
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