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dc.contributor.authorHolanda, Tony-
dc.date.accessioned2019-05-17T17:31:37Z-
dc.date.available2019-05-17T17:31:37Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.citationHOLANDA, Tony. Educação do campo: um processo político e pedagógico em construção. In: ENCONTRO NORTE E NORDESTE DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, 1.; ENCONTRO CEARENSE DE HISTORIADORES DA EDUCAÇÃO, 5., 20-23 jun. 2006, Guaramiranga (Ce). Anais... Guaramiranga (Ce): Edições UFC, 2006. p. 26-38.pt_BR
dc.identifier.isbn85 7282 202 X-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/41761-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEdições UFCpt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectHistória-Religiãopt_BR
dc.subjectCatequesept_BR
dc.titleEducação do campo: um processo político e pedagógico em construçãopt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrAo longo da história brasileira a educação não foi entendida como prioridade pelo Estado. Nesse campo de atuação, sua inserção foi bastante omissa quanto à oferta de educação, principalmente nos períodos anteriores à década de 1930. No período colonial, o Estado (Coroa Portuguesa) não se ocupou com a educação da população. Devido a essa lacuna, a educação ficou a cargo dos padres Jesuítas que atuavam, prioritariamente, com finalidades catequéticas e de aculturamento do nativo (índio). Conforme afirma CARVALHO (2001), “ao longo do domínio português se observou uma maioria da população constituída de analfabetos, uma sociedade escravocrata e uma economia monocultora e latifundiária”. Esses fatores observados pelo autor produziram conseqüências bastante danosas ao desenvolvimento social brasileiro, que ainda hoje convive com o dilema do analfabetismo e da baixa escolaridade de grande contingente da população. No império, a situação continuou praticamente a mesma. Com a ausência dos Jesuítas que haviam sido expulsos1 do país, já no final do século XVIII, e sem o direcionamento do Estado quanto à oferta de oportunidades educacionais, o acesso à educação elementar praticamente não existia. Quando ocorria, se realizava, principalmente, através de preceptores, ou seja, da contratação de um professor, por parte de famílias abastadas, para ministrar aulas na própria casa do aluno2. Esse fato explicita a omissão estatal quanto à oferta de educação como base para o desenvolvimento social do país.[...]pt_BR
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