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dc.contributor.advisorCardoso, Lídia Amélia de Barros-
dc.contributor.authorVasconcelos Neto, Jaime José de.-
dc.date.accessioned2019-03-20T11:09:46Z-
dc.date.available2019-03-20T11:09:46Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationVASCONCELOS NETO, Jaime José de. Student teachers' beliefs on oral corrective feedback. 2018. 33f. – TCC ( Artigo) – Universidade Federal do Ceará, Curso de Letras, Língua Inglesa e suas Literaturas, Curso de Graduação em Letras Inglês, Fortaleza(CE), 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/40342-
dc.description.abstractCorrective feedback (CF) is a topic that has always gotten teachers’ attention and that has raised a lot of discussions on the Second Language Acquisition Field. Ur (2009, pp. 242) defines feedback as “information that is given to the learner about his or her performance of a learning task, usually with the objective of improving this performance.” It is well known that Oral Corrective Feedback (OCF) in a foreign language classroom is an essential factor for language learning because, according to Platt and Brooks (1994 Apud Shrum and Gilsan, 2010), it helps students to make themselves understood and also in the development of strategies that help them to interact using the language. Despite of that, Lyster (2007) states that research has suggested that the use of CF is not a high priority factor for teachers. Taking into consideration the relation between theory and practice, CF’s importance and what student teachers might think about it, the questions that we aim to answer with this research are: (1) how OCF takes place in two different classroom settings, EFL and K-12, and (2) what are student teachers’ beliefs on it. For this research, two Letras-Inglês undergraduate student teachers had two of their classes observed and videotaped. Then, the two student teachers answered some questions related to the use of OCF. The results show that there were more occurrences of OCF strategies in the K-12 school setting than in the EFL course, being explicit feedback the most used strategy, what indicates that the student teachers tend to use explicit/direct strategies more than the implicit/indirect. Also, it suggests that the student teachers interviewed see recast as the most effective strategy, while they see explicit correction as the least effective strategy. Also, they believe that students should not be over corrected, because it could lead them to be upset or afraid of speak. On the contrary, both student teachers see explicit correction (the OCF strategy they most used) as one strategy that “put the student on the spot”. Lastly, both of them consider display students’ mistakes on the board as an effective strategy of correction, even when dealing with oral production. In conclusion, although OCF is considered an important factor in language teaching, student teachers might not feel prepared enough to deal with it inside the classroom. Such beliefs they might have about CF should be taken into consideration during the development of the programmes of the undergraduate teaching courses they are taking, since research has already shown that when student teachers beliefs are ignored, the programmes might be less effective at influencing these (KETTLE & SELLARS, 1996; WEINSTEIN, 1990 apud BORG, 2009).pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectFeedback corretivo oralpt_BR
dc.subjectEnsino de Língua Inglesapt_BR
dc.titleStudent teachers' beliefs on oral corrective feedbackpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrFeedback Corretivo (FC) é um tema recorrente nas pesquisas em Aquisição de Segunda Língua, e que atualmente tem chamado a atenção de professores de línguas. Ur (2009, p. 242) define Feedback como “uma informação dada ao aprendiz sobre a sua performance. É sabido que Feedback Corretivo Oral (FCO) é considerado um fator indispensável no ensino de uma língua estrangeira, pois, segundo Platt e Brooks (apud SHRUM E GILSAN, 2010), além de ajudar os alunos a se fazerem entender, isso também possibilita o desenvolvimento de estratégias que os ajudam a interagir através da linguagem. Apesar disso, Lyster (2007) afirma que pesquisas sugerem que o uso de FC não é um fator prioritário para os professores. Levando em consideração a relação entre teoria e prática, a importância do FC e as possíveis crenças dos professores estagiários a respeito disso, as questões que essa pesquisa pretende responder são: (1) como ocorre o uso de FC em dois contextos de ensino diferentes, em uma escola e um curso de inglês, e (2) quais as crenças que os professores estagiários tem a respeito de FCO. Para essa pesquisa, dois alunos do curso de Letras-Inglês que estavam atuando como professores estagiários tiveram suas aulas observadas e gravadas. Além disso, eles foram entrevistados a respeito do uso de FCO. Os resultados mostraram que houveram mais usos de estratégias de correção oral no contexto da escola do que no do curso de Inglês, sendo a correção explicita a estratégia mais utilizada, o que indica que os professores estagiários tendem a usar mais estratégias explicitas/diretas que implícitas/indiretas. Os resultados também sugerem que os professores estagiários entrevistados veem recast como a estratégia de correção mais eficaz e correção explicita como a estratégia de correção menos eficaz. Eles também acreditam que correção em excesso pode fazer com que os alunos se sintam chateados ou com medo de falar. Por outro lado, ambos os professores estagiários veem correção explicita (a estratégia mais utilizada por eles) como uma estratégia que expõe os alunos. Por fim, ambos também consideram escrever os erros dos alunos no quadro como uma estratégia eficaz, mesmo quando lidando com produção oral. Conclui-se que, mesmo que FCO seja considerado um fator essencial para o ensino de línguas, os professores estagiários aparentam não se sentir preparados para lidar com isso em sala de aula. Tais crenças devem ser levadas em consideração durante a elaboração do currículo dos cursos de graduação, visto que, pesquisas anteriores mostraram que quando as crenças dos alunos são ignoradas, a implementação dos currículos tende a ser menos eficaz (KETTLE & SELLARS, 1996; WEINSTEIN, 1990 apud BORG, 2009).pt_BR
dc.title.enStudent teachers' beliefs on oral corrective feedbackpt_BR
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