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dc.contributor.advisorCosta, Sylvio de Sousa Gadelha-
dc.contributor.authorBarbosa, Anderson Duarte-
dc.date.accessioned2019-02-15T15:13:13Z-
dc.date.available2019-02-15T15:13:13Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationBARBOZA, Anderson Duarte. Segurança, Biopolítica e Educação: o empresariamento da segurança pública como dispositivo pedagógico - UFC. 2018. 200f. - Tese (Doutorado) - Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Educação Brasileira, Fortaleza (CE), 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/39672-
dc.description.abstractFrom the work of Michel Foucault and facing the emergence of a society of (in) security, this paper sought to understand how it was possible to establish the paradigm of business management as the only possible model of efficiency for public policies in general and, specifically, for the field of Brazilian public security. Them, based on the analysis of the ideas and theories present in the new programs and plans for the reduction of homicides installed in several Brazilian states, its pedagogical effects on public security operators, generically called police officers, as well as on individuals of the population, target of the (bio)policies in question, were investigated. This public security entrepreneurship and processes of subjectivation that it triggers have been problematized, which occurs through pedagogical apparatus– non-formal education mechanisms that operates in a continuous, uninterrupted and open-air way – that, by producing police subjectivities, produce new lifestyles, new relationships of subjects with themselves and with others, as well as new arrangements between individuals, the State and the market.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSegurançapt_BR
dc.subjectBiopolíticapt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectSubjetividadept_BR
dc.subjectNeoliberalismopt_BR
dc.titleSegurança, Biopolítica e Educação: o empresariamento da segurança pública como dispositivo pedagógicopt_BR
dc.typeThesispt_BR
dc.description.abstract-ptbrA partir da obra de Michel Foucault, e vislumbrando a emergência de uma sociedade de (in)segurança, buscou-se neste trabalho compreender como foi possível o estabelecimento doparadigma da gestão empresarial como único modelo de eficiência possível para as políticas públicas de um modo geral e, de modo específico, para o campo da segurança pública brasileira. Na sequência, investigou-se, a partir da análise das ideias e teorias presentes nos novos programas e planos de redução de homicídios instalados em diversos estados brasileiros, seus efeitos pedagógicos sobre o conjunto dos operadores de segurança pública, chamados genericamente de policiais, bem como sobre os indivíduos da população, alvo das (bio)políticas em questão.Problematizou-se este empresariamento da segurança públicae osprocessos de subjetivação que desencadeia,os quais se dão por meio de dispositivos pedagógicos – mecanismos de educação não formal que operam de forma contínua, ininterrupta e a céu aberto – que, fabricando subjetividades policialescas, produzem novos estilos de vida, novas relações dos sujeitos consigoe com os demais, bem como novos arranjos entre indivíduos, Estado e mercado.pt_BR
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