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dc.contributor.authorLima Neto, Felipe Franklin de-
dc.contributor.authorVasconcelos, José Gerardo-
dc.date.accessioned2018-12-24T11:37:40Z-
dc.date.available2018-12-24T11:37:40Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationLIMA NETO, Felipe Franklin de; VASCONCELOS , José Gerardo. Medicina, arte e tecnologia na vida e na obra de Pedro Nava: entre a invenção da modernidade e a crítica dos saberes e poderes híbridos. n: VASCONCELOS, José Gerardo; XAVIER, Antônio Roberto (Orgs). Pesquisas Pós-doutorais em história e memória da educação. Fortaleza: Imprece, 2018. p. 74-90.pt_BR
dc.identifier.isbn978-85-8126-170-6-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/38340-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectNava, Pedro da Silva,1903-1984pt_BR
dc.subjectModernismo - Brasilpt_BR
dc.subjectCiência nas Artespt_BR
dc.subjectMedicinapt_BR
dc.subjectMedicina na literaturapt_BR
dc.subjectCiência, tecnologia e sociedadept_BR
dc.titleMedicina, arte e tecnologia na vida e na obra de Pedro Nava: entre a invenção da modernidade e a crítica dos saberes e poderes híbridospt_BR
dc.typeCapítulo de Livropt_BR
dc.description.abstract-ptbrIntrodução: entre a tecnologização e a humanização da Medicina na invenção da Modernidade O debate sobre os saberes, poderes, estratégias e práticas da Medicina é muito controvertido e polêmico. As dezenas de áreas do saber médico corporativo, institucionalizado, capilarizado e ramificado numa especialização cada vez mais crescente, lutam historicamente com outros campos e lógicas dos processos de leitura social, cultural, política, econômica e ambiental do corpo humano numa dada sociedade. Saberes e poderes ancestrais dos povos originários das florestas do Sul , a medicalização do corpo feminino em que se percebe uma divisão sexual e de gênero nas práticas médicas, os processos inquisitoriais das chamadas curas mágicas de curandeiras assassinadas e queimadas como bruxas diabólicas (GINZBURG, 2012; WALKER, 2013), as formas de opressão e dominação acadêmica, política, social, cultural e econômica,tais como a medicalização do corpo feminino através da institucionalização, industrialização e mercantilização do parto, da esterilização, desmoralização e criminalização da vida afetiva e íntima de inúmeras mulheres1, e a emergência da violência obstétrica, as sucessivas tentativas de desqualificar e incorporar os conhecimentos populares e ancestrais dos rituais de cura e manipulação de ervas medicinais, além de um sem-número de abusos, constrangimentos, opressões e dominações institucionalizadas nas assimétricas relações de classe, gênero, raça e etnia, esses são temas polêmicos e controversos que compõem as diversidades política, cultural, social, econômica e ambiental inscritas nos saberes e poderes que atravessam os campos das medicinas.pt_BR
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