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Title in Portuguese: Extração e quantificação de α- e β-tocoferol em macroalgas marinhas "in natura" utilizando cromatografia líquida de alta eficiência (clae)
Author: Santiago, Jonas Guarany
Advisor(s): Sampaio, Silvana Saker
Keywords: Algas marinhas - Cromatografia líquida
Algas como alimento
Macroalgas
Engenharia de Pesca
Issue Date: 2008
Citation: SANTIAGO, Jonas Guarany. Extração e quantificação de α- e β-tocoferol em macroalgas marinhas "in natura" utilizando cromatografia líquida de alta eficiência (clae). 2008. 32 f. Monografia (Graduação em Engenharia de Pesca)-Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2008.
Abstract in Portuguese: As macroalgas marinhas são fontes de uma grande variedade de compostos benéficos para o homem, apresentando diversas aplicações em nutrição animal e humana, fertilização do solo, indústria de alimentos e outras áreas biotecnológicas. Do ponto de vista nutricional, são alimentos de baixa caloria, elevada concentração de minerais (Mg, Ca, K, P e I), vitaminas (B, C e E) e provitamina A, proteínas e carboidratos. A vitamina E é um composto lipossolúvel existente na natureza, sintetizada exclusivamente por organismos fotossintetizantes. Uma de suas principais funções é proteger os ácidos graxos poliinsaturados existentes nas membranas celulares contra a oxidação pelos hidroperóxidos "in vivo", devido as suas propriedades antioxidantes. Doze espécies de macroalgas marinhas "in natura" pertencentes às Divisões Chlorophyta, Rhodophyta e Phaeophyta foram estudadas. As análises de a— e õ—tocoferol foram realizadas a partir da extração da alga em metanol-água (90:10, v/v) com 5% de KOH na proporção 1:10 (p/v), seguida de saponificação e partição em n-hexano, que foi evaporado sob corrente de ar. O resíduo foi então suspenso em 1 mL de metanol no momento da análise cromatográfica (CLAE), realizada em coluna Waters-Hichrom Spherisorb S5 ODS 2 (4,6 x 250 mm) e metanol-tetrahidrofurano (90:10, v/v), com fluxo de 1,5 mL Alíquotas de 100 pL do resíduo suspenso em metanol foram injetadas manualmente e os cromatogramas registrados em 292 nm. Os teores foram calculados por comparação com a curva padrão obtida usando a— e 3—tocoferol (Sigma). Dentre as quatro espécies de Chlorophyta analisadas, três apresentaram a—tocoferol, com teor mínimo de 21,201 ± 4,80,1μg g-1 peso úmido em Ulva fasciata e máximo de 353,839 ± 72,844 μg g-1 peso úmido em Caulerpa prolifera. 3—Tocoferol foi detectado apenas em Caulerpa racemosa, com teor de 32,438 ± 14,373 μg g-1 peso úmido. Dentre as clorófitas estudadas, o padrão de distribuição de a— e 6—tocoferol foi bastante diversificado e provavelmente está relacionado com a localização das espécies em seu habitat. Nas Rhodophyta estudadas neste trabalho, foi encontrado a—tocoferol em todas elas. O mínimo foi detectado em Pterocladia americana (1,290 ± 0,134 μg g-1 peso úmido) e o máximo em Amansia multifida (16,370 ± 3,264 μg g-1 peso úmido). B—Tocoferol foi detectado em apenas três espécies, variando de 1,823 ± 0,378 μg g-1 peso úmido a 10,643 ± 4,206 μg g-1 peso úmido em Gracilaria domingensis e Amansia multifida, respectivamente. Das algas pardas analisadas, a—tocoferol foi encontrado em três espécies, com valores entre 0,125 ± 0,012 μg g-1 peso úmido em Lobophora variegata e 72,323 ± 4,385 μg g-1 peso úmido em Dictyota dichotoma. 8—Tocoferol foi detectado em duas das quatro espécies estudadas. Os valores foram 2,748 ± 0,694 μg g-1 peso úmido em Lobophora variegata e 40,962 ± 0,694 μg g-1 peso úmido em Dictyota dichotoma.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/37987
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