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Título: Extração e quantificação de α-E β-caroteno em doze espécies de macroalgas marinhas "in natura" coletadas na praia do Pacheco, Caucaia, Ceará
Autor(es): Nepomuceno, Filipe de Oliveira
Orientador(es): Sampaio, Silvana Saker
Palavras-chave: Algas
Algas como alimento
Engenharia de Pesca
Data do documento: 2008
Citação: NEPOMUCENO, Filipe de Oliveira. Extração e quantificação de α-E β-caroteno em doze espécies de macroalgas marinhas "in natura" coletadas na praia do Pacheco, Caucaia, Ceará. 2008. Monografia (Graduação em Engenharia de Pesca)-Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2008.
Resumo: Em diversas partes do mundo, as algas têm sido utilizadas na alimentação humana para suprir as necessidades nutricionais, pois apresentam proteínas, aminoácidos essenciais, ácidos graxos poliinsaturados e micronutrientes, como carotenóides, vitaminas e minerais. Os carotenóides são importantes micronutrientes, pois além de atuarem como antioxidantes possuem atividade de vitamina A, que atua na visão, no crescimento ósseo e na diferenciação de tecidos. Neste trabalho, avaliou-se as quantidades de a- e P-caroteno em doze espécies de macroalgas marinhas "in natura", pertencentes às Chlorophyta (Enteromorpha sp., Caulerpa prolífera, C. racemosa e Ulva fasciata), Rhodophyta (Acantophora specifera, Amansia multifida, Gracilaria domingensis e Pterocladia americana) e Phaeophyta (Dictyota dichotoma, Lobophora variegata Sargassum sp. e Spatoglossum schroedert). A extração dos carotenóides foi seguida de saponificação com metanol-água contendo 5% de KOH, a 70°C por 30 minutos, e de partição em n-hexano. As análises foram feitas por CLAE em coluna Waters-Hichrom Spherisorb S5 ODS 2 (4,6 x 250 mm) e metanol-tetrahidrofurano (90:10, v/v) como fase móvel, com fluxo de 1,5 mL min-1. Alíquotas de 100 μL dos resíduos suspensos em metanol foram injetadas manualmente e os cromatogramas registrados em 450 nm. Os teores de a- e p-caroteno foram calculados através da comparação entre a área do pico da solução padrão e das amostras. As doze espécies estudadas no presente trabalho apresentaram 13-caroteno (i_tg gl p eso fresco), cujos valores variaram de 0,61 ± 0,03 em Lobophora variegata a 18,48 ± 4,09 em Ulva fasciata. Os valores de a-caroteno (pg g-1 peso fresco) variaram de 1,40 ± 0,22 em Amansia multifida a 20,46 ± 2,29 em Caulerpa prolifera. Não foi detectado a-caroteno na clorófita Enteromorpha sp., nas rodófitas Gracilaria domingensis e Acantophora specifera e em nenhuma espécie de feófita. A presença de a- e 13-caroteno nas algas não obedece a um padrão único, de modo que nessas algas, pode ser encontrado apenas a-caroteno, apenas 13-caroteno ou ambos. A distribuição e as quantidades também foram variáveis e, provavelmente, estão relacionadas com a zona do litoral em que as diferentes espécies são encontradas.
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