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dc.contributor.advisorSalgado, José Ronaldo Aguiar-
dc.contributor.authorVasconcelos, Ana Paola-
dc.contributor.authorMiranda, Cidicley-
dc.contributor.authorMoura, Dalwton-
dc.contributor.authorPatrício, Danilo-
dc.contributor.authorMendonça, Elke-
dc.contributor.authorViana, Elton-
dc.contributor.authorBonfim, Evandro-
dc.contributor.authorRoriz, Lanna-
dc.contributor.authorMadeira, Nara-
dc.contributor.authorChaves, Rachel-
dc.contributor.authorLemos, Saulo-
dc.date.accessioned2018-09-05T12:28:10Z-
dc.date.available2018-09-05T12:28:10Z-
dc.date.issued2000-
dc.identifier.citationVasconcelos, A. P.; Miranda, C.; Moura, D.; Patrício, D.; Mendonça, E.; Viana, E.; Bonfim, E.; Roriz, L.; Madeira, N.; Chaves, R.; Lemos, S.; Salgado, J. R. A. (2000)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/35484-
dc.descriptionGUIDON, Niède. Memórias pintadas na pedra ou um olhar para o passado, presente e futuro. Revista Entrevista, Fortaleza, n. 13, p. 85-110, ago. 2000. Entrevista concedida a Ana Paola Vasconcelos, Cidicley Miranda, Dalwton Moura, Danilo Patrício, Elke Mendonça, Elton Viana, Evandro Bonfim, Lanna Roriz, Nara Madeira, Raquel Chaves e Saulo Lemos.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrevistapt_BR
dc.subjectArqueologiapt_BR
dc.subjectConscientização ambientalpt_BR
dc.subjectVida profissionalpt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.titleMemórias pintadas na pedra ou um olhar para o passado, presente e futuropt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNada pode ser compreendido. Há muitas coisas, todas existindo ao mesmo tempo e deixando a percepção confusa. Água, folhas, pedras, bichos, a vida e sua ausência, o todo e seu vazio. Estar no mundo é uma questão cinética; a consciência precisa do movimento, para poder andar sem mancar. Entretanto, uma pergunta se enuncia: onde está o começo?. Ano 2000. Cansada, ela continua caminhando. Observa a rocha infinitamente tingida de passado. Seus 67 anos são apenas um gracejo frente a esses testemunhos de tinta esquecida, a essa parede sem arquiteto. Mas ela também tece um testemunho, a cada dia, em busca do que já se foi. Do que era. Como a poesia de João Cabral, Niède Guidon tem algo de pedra. [...]pt_BR
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