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dc.contributor.authorDiógenes, Glória Maria dos Santos-
dc.date.accessioned2016-12-21T12:51:02Z-
dc.date.available2016-12-21T12:51:02Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationDiógenes, G. M. S. (2015)pt_BR
dc.identifier.issn2182-2999-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/21365-
dc.descriptionDIÓGENES, Glória Maria dos Santos. Artes e intervenções urbanas entre esferas materiais e digitais: tensões legal-ilegal. Análise Social, Lisboa, v. 217, n. 4, p. 682-707, 2015.pt_BR
dc.description.abstractThis text tackles diverse forms of art expression when it comes to and about urbanism, between the frontiers of the legal and the illegal, the underground and the mainstream, between the present environment and the “virtual”. The central axis of reflection of this article finds its support in the tension between the usual classification of what is considered art and vandalism in the sphere of galleries, museums, and schools, as well as in the fluxes of the arts from the streets. The text seeks to identify how the public sphere has found ways of incorporating those arts and urban interventions and also of creating regulatory juridical and non-juridical avenues to repress and restrict the phenomenon. Through the direct observation of the writers in Lisbon, through the attentive listening to their narratives, it is possible to regard the urban art works as an emancipation act, be it in the making of a tag, a mural, a graffiti, or a mere act of urban writing. It is possible to conclude that the terms “legal” and “illegal” act more as classification and regulation spheres that do not really address the practices performed by the urban artists themselvespt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherAnálise Socialpt_BR
dc.subjectCidadept_BR
dc.subjectArte urbanapt_BR
dc.subjectVandalismopt_BR
dc.subjectCiberespaçopt_BR
dc.subjectEtnografiapt_BR
dc.titleArtes e intervenções urbanas entre esferas materiais e digitais: tensões legal-ilegalpt_BR
dc.typeArticlept_BR
dc.description.abstract-ptbrEste texto aborda formas diversas de expressão das artes do e no urbano, entre as fronteiras do legal e do ilegal, entre os ambientes presencial e “virtual”. O eixo central de reflexão deste artigo apoia-se na tensão entre as usuais classificações do que é considerado arte e vandalismo na esfera das galerias, museus e escolas, assim como nos fluxos das artes de rua. A proposta do texto é identificar de que forma o poder público e as instâncias de regulação urbana têm encontrado maneiras tanto de incorporar essas artes e intervenções urbanas, quanto de criar instâncias regulatórias para coibir e ordenar esse fenômeno. Através da observação direta da ação dos writers em Lisboa, pode-se perceber que a arte urbana opera como ato de emancipação, seja na feição de um tag, um mural, um graffiti, seja em num mero escrito urbano. Conclui-se que legal e ilegal atuam como esferas classificatórias e disciplinadoras exteriores às práticas efetuadas pelos próprios artistas urbanos.pt_BR
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