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Title in Portuguese: O que determina a desigualdade do comportamento creditício das famílias brasileiras ?
Author: Correia Neto, Joaquim de Figueiredo
Advisor(s): Matos, Paulo Rogério Faustino
Keywords: Crédito
Desigualdade de renda
Demanda
Oferta
Issue Date: 2015
Citation: CORREIA NETO, Joaquim de Figueiredo.O que determina a desigualdade do comportamento creditício das famílias brasileiras ?. Dissertação (mestrado profissional) - Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós Graduação em Economia, CAEN, Fortaleza - Ce, 2015.
Abstract in Portuguese: O Brasil é um país de dimensões continentais e com uma forte heterogeneidade entre os seus estados. As desigualdades aparecem tanto na renda, como retratado em Cabral (2008) e Penna e Linhares (2009), como na oferta de crédito, com esta última aparentando ser ainda mais acentuada. Os dados utilizados no trabalho corroboram essa desigualdade. Entre eles podem ser citados como outliers pelo lado da demanda, o total de anos de estudo por estado que varia de 4,94 a 9,46 nos estados de Alagoas e no Distrito Federal e o % de pobreza que também em seus extremos apresentam valores de 5,66% em Santa Catarina e 40,60% no Maranhão. Ou pelo lado da oferta, a quantidade de agências bancárias a cada 100.000 habitantes que vai de 4,06 no Maranhão a 15,06 no estado de São Paulo ou o volume de depósitos a prazo per capita que varia de R$ 302,23 no Piauí a R$ 22.260,47 no Distrito Federal. Analisando um período de 10 anos, compreendendo dados mensais de janeiro de 2004 a dezembro de 2013 o presente trabalho busca identificar o que determina a desigualdade de crédito entre os estados brasileiros. Foi analisado somente o crédito destinado às pessoas físicas através de um painel contendo variáveis explicativas tanto pelo lado da demanda como pelo lado da oferta. Utilizando o método de estimação MQO com efeitos fixos pode-se observar que o crédito é fortemente impactado pelas variáveis de demanda. Ou seja, depende bastante da situação sócio econômica da região; renda, estudo e pobreza. Portanto, cabe não somente as instituições investir na oferta de crédito. Mas sim, ao governo e aos policy makers agir de forma conjunta visando melhorar a educação e a distribuição de renda.
Abstract: Brazil is a country of continental dimensions and with a strong heterogeneity between its states. Inequalities appear in both the income, as portrayed in Cabral (2008) and Penna and Linhares (2009) and in the supply of credit, with the latter appearing to be even more pronounced. The data used in the study confirm this inequality. Among them we can mention as outliers on the demand side the total years of study by state ranging from 4.94 to 9.46 in the states of Alagoas and the Federal District and the% of poverty that too in its extremes have 5 values 66% in Santa Catarina and 40.60% in Maranhão. Or on the supply side, the number of bank branches per 100,000 inhabitants ranging from 4.06 to 15.06 in Maranhão in the state of São Paulo or the volume of time deposits per capita ranging from R $ 302.23 in Piauí to R $ 22,260.47 in the Federal District. Analyzing a period of 10 years, including monthly data from January 2004 to December 2013 this paper seeks to identify what determines the credit inequality between states. Only analyzed the credit for individuals through a panel containing explanatory variables on both the demand and the supply side. Using the estimation method OLS with fixed effects we can see that the credit is strongly impacted by the demand variables. That is, highly dependent on the economic situation of the partner region; income, poverty and study. Therefore, it is not only the institutions invest in credit supply. But yes, the government and policy makers to act jointly to improve the education and income distribution.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/15479
metadata.dc.type: Dissertação
Appears in Collections:CAEN - Dissertações defendidas na UFC

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