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dc.contributor.authorPascual, Jesus Garcia-
dc.date.accessioned2015-06-05T11:19:03Z-
dc.date.available2015-06-05T11:19:03Z-
dc.date.issued2002-
dc.identifier.citationPascual, J. G. (2002)pt_BR
dc.identifier.issn2179-1740 (online)-
dc.identifier.issn0102-1222 (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/12579-
dc.descriptionPASCUAL, Jesus Garcia. Trabalho e formação acadêmica: estudo inicial. Revista de Psicologia, Fortaleza, v.20, n.2, 2002, p.15-20.pt_BR
dc.description.abstractThis article demonstrate that the contructivist pedagogic theory based upon Piaget's genetic Psychology does not explain very well the problem of working class student's multirepetence. In this sense some scientists use the critical theory of education, which is related to the historic-dialetic materialism and explains the multirepetence from the point of view of social class division and through the ideology of the hegemonic class. The present study comes to the conclusion that the historic-dialetic materialist paradigm must be reviewed with the help of the post critical pedagogic theories concerning the curricula, which comprehend the class social cathegory, the cultural dimension, while changing the working student in "this" working student.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherwww.revistapsicologia.ufc.brpt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectFormação acadêmicapt_BR
dc.subjectTeoria construtivistapt_BR
dc.subjectGenética de Piagetpt_BR
dc.titleTrabalho e formação acadêmica: estudo inicialpt_BR
dc.typeArticlept_BR
dc.description.abstract-ptbrEste artigo mostra que a teoria pedagógica construtivista, apoiada na Psicologia Genética de Piaget, não explica adequadamente a multirrepetência de alunos universitários trabalhadores. Nesse sentido, alguns estudiosos recorrem à teoria crítica da educação, que ancorada no Materialismo histórico-dialético, explica a multirrepetência a partir da divisão de classes sociais, atravessadas pela ideologia da classe hegemônica. Porém, afirma-se neste estudo que o paradigma materialista histórico-dialético deve ser revisto à luz das teorias pedagógicas pós-críticas sobre o currículo, que incorporam a categoria social de classe, a dimensão cultural, transformando o aluno trabalhador neste aluno trabalhador.pt_BR
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